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Mundo

Com apoio do Brasil, Argentina quer que G20 discuta dívidas nacionais

media O ministro argentino Axel Kicillof (esquerda) cumprimenta o presidente francês François Hollande, no encontro do G20, na Austrália. REUTERS/Pablo Martinez Monsivais/Pool

Contando com apoio do Brasil e da França, a Argentina propôs, neste sábado (15), no encontro do G20 na Austrália, que o grupo discuta as questões do endividamento dos estados e dos fundos especulativos. Os três países tentam fazer com que o tema conste no documento final do encontro, que será publicado no domingo.

A Argentina, que viveu em 2014 uma crise de sua dívida soberana em uma disputa com fundos especulativos, quer que o G20 proponha reformas nas regras de endividamento. O ministro da Economia do país, Axel Kicillof – que está representando a presidente Cristina Kirchner no encontro –, disse que os países que têm mais dificuldades em sair da recessão são os mais endividados, e que os riscos causados pelas reestruturações das dívidas soberanas deveria ser um dos temas do G20.

“Fundos abutres”

Diante dos outros chefes de Estado, Kicillof evocou o papel do endividamento na desaceleração do crescimento da economia mundial. Brasil e França apoiaram que o tema conste no documento final do encontro do G20.

Kicillof também propôs a criação de um instrumento mundial que ofereça apoio jurídico para tratar a questão das dívidas soberanas. A Argentina está em disputa com os fundos especulativos na Justiça norte-americana sobre o pagamento de juros sobre sua dívida.

A Justiça dos Estados Unidos determinou que o país sul-americano pague os fundos especualtivos que se recusaram a participar da reestruturação da dívida da Argentina, ocorrida no início da década passada. Buenos Aires quer continuar a pagar seus credores que aceitaram a reestruturação, mas não os fundos especulativos, que chama de “abutres”.

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