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Mundo

Líder jihadista diz que batalha “vai atingir os lares dos europeus”

media Ônibus sevindo de barricadas para soldados no norte da Síria próximmo de Allepo. REUTERS/Sultan Kitaz

A coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos voltou a atacar alvos do grupo Estado Islâmico na madrugada desta segunda-feira (29). Em resposta, os extremistas do Al Nosra, braço da Al Qaeda na Síria, fizeram novas ameaças contra os integrantes da coalizão. O líder do grupo, Abu Mohammad al-Joulani, declarou, em uma gravação publicada na internet, que a batalha contra os países inimigos vai atingir "os lares" dos cidadãos europeus e americanos.

"Os líderes dos seus países não vão pagar sozinhos o preço dessa guerra. Vocês também vão pagar caro", ameaçou al-Joulani. Pela primeira vez, os bombardeios da coalizão atingiram o complexo de gás de Coneco, no leste da Síria, na fronteira com o Iraque. A instalação estava nas mãos dos jihadistas.

Segundo a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos, os ataques não deixaram vítimas fatais. A aviação dos Estados Unidos e dos países árabes também bombardeou posições do grupo Estado Islâmico no Iraque.

Turquia entra na guerra

Apesar das ameaças, a Turquia também deve integrar essa aliança internacional contra o movimento terrorista EI. Nesta segunda, o governo do presidente Recep Erdogan vai apresentar ao parlamento um projeto de lei para autorizar a participação das forças armadas turcas no Iraque e na Síria.

Essa autorização não seria para atacar diretamente as posições do grupo Estado Islâmico, e sim proteger as fronteiras do país contra o avanço dos jihadistas. O grupo extremista atacou o vilarejo sírio de Kobane, que fica justamente na fronteira com a Turquia. E os combates na localidade permanecem intensos.

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