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Mundo

Novo ataque israelense a escola da ONU em Gaza deixa pelo menos 10 mortos

media Tanques israelenses batem em retirada no norte de Gaza. AFP PHOTO/DAVID BUIMOVITCH

A aviação israelense bombardeou neste domingo (3) uma escola da UNRWA, a agência da ONU de ajuda aos refugiados palestinos, situada em Rafah, no sul da Faixa de Gaza. O ataque deixou pelo menos 10 mortos e 30 feridos, segundo as equipes médicas.

De acordo com testemunhas, a entrada da escola, que abriga centenas de pessoas, foi atingida por um míssil. Segundo o porta-voz da agência, Adnan Abou Hasna, o local recebe pelo menos 3 mil pessoas. "Há várias vítimas fatais e feridos dentro e fora da escola", acrescentou.

Rafah se tornou alvo prioritário das forças israelenses desde o desaparecimento, na sexta-feira, do soldado Hadar Goldin, e da morte de dois outros militares. Segundo o porta-voz das forças israelenses, Peter Lerner, antes do resultado das análises de DNA o exército não sabia se soldado estava morto ou havia sido capturado. Sua morte foi confirmada neste domingo.

Por esta razão, o possível sequestro de um militar justifica a ação da Tsahal. Em 24 horas, os bombardeios ininterruptos em Rafah deixaram cerca de 100 mortos. O exército israelense afirma que o Hamas transforma as escolas da ONU em bases de lançamento de foguetes. A agência da ONU explicou que estoques deste tipo de armamento já foram descobertos em construções vazias, antes utilizadas como escolas pela agência.

Três escolas já foram bombardeadas

Desde o início da operação "Limite Protetor", no dia 8 de julho, várias escolas administradas pela ONU foram atingidas. Na última quarta-feira em Djabalia, no norte do território, pelo menos 15 pessoas morreram em um ataque. Segundo as forças armadas israelenses, os soldados reagiram aos tiros de foguete lançados da região. Em Beit Hanoun, no dia 24 de julho, outro bombardeio também deixou15 mortos.

Em todos os ataques, além de dezenas de refugiados palestinos, nove funcionários da UNRWA morreram.

Apesar de governo israelense ter anunciado oficialmente a retirada de soldados do norte, ontem o premiê israelense Benjamin Netanyahu disse estar determinado a levar a operação "até o fim" para garantir a segurança dos cidadãos de Israel. O Hamas também reagiu dizendo que continuaria a atacar o país.

Neste domingo, uma delegação palestina, composta por membros da Autoridade Palestina, Fatah e Hamas, se reúnem no Egito para negociar um cessar-fogo, mas Israel recusou o convite, dizendo que o Hamas "não é digno de confiança."
 

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