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Mundo

Mandar 100 mil palestinos saírem de casa é guerra psicológica de Israel, diz o Hamas

media Um palestino retira objetos dos escombros após um bombardeio israelense que destruiu uma casa perto de Gaza, nesta quarta-feira (16). REUTERS/Mohammed Salem

Israel intensifica nesta quarta-feira (16) os ataques à Faixa de Gaza, após o fracasso do cessar-fogo proposto anteontem pelo Egito. A aviação israelense executou 40 bombardeios contra o território palestino durante a madrugada, provocando a morte de onze pessoas, incluindo quatro membros de uma mesma família. Entre os mortos havia uma mulher de 65 anos e uma criança de 10 anos.

Antes dos ataques aéreos, o exército israelense recomendou, por meio de panfletos e torpedos, que 100 mil moradores do norte da Faixa de Gaza deixassem suas casas para escapar dos mísseis. Israel afirma ter visado principalmente casas de dirigentes do Hamas. O movimento islâmico declarou que Israel faz uma espécie de "guerra psicológica para enfraquecer a frente palestina" e recomendou à população a resistir à pressão. 

Ontem, um primeiro civil israelense morreu, vítima de um foguete palestino. Israel anunciou que, desde o início das hostilidades, há nove dias, mais de mil foguetes atingiram seu território. Cerca de 225 foram destruídos pelo sistema de defesa Domo de Ferro.

Do lado palestino, o número de palestinos mortos subiu para 216 pessoas e mais de 1.500 feridos. Israel ainda não iniciou uma operação terrestre em Gaza, mas tropas estão mobilizadas na fronteira com o território palestino.

Organizações de desefa dos direitos humanos, como a Human Rights Watch, condenam os "métodos de guerra de Israel" e os "ataques desiguais". A ong afirma que Israel está cometendo crimes de guerra em sua ofensiva contra o Hamas ao matar civis palestinos. Mas Israel alega que o Hamas utiliza civis como escudos humanos.

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, que tem se mantido discreto nos últimos dias, anunciou que vai ao Egito e à Turquia no fim de semana, países aliados do Hamas. 

Essa nova escalada da violência na região provoca manifestações em favor do povo palestino em vários países. Hoje, simpatizantes da causa palestina de cidades francesas, como Toulouse e Lyon, saem às ruas para denunciar o cerco militar à Faixa de Gaza.

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