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Mundo

Ofensiva de Israel contra Gaza chega ao 5° dia com mais de 120 mortos

media Palestinos vasculham as ruínas de uma mesquista destruída em um bombardeio israelense contra a Faixa de Gaza neste sábado (12). REUTERS/Ibraheem Abu Mustafa

Os ataques aéreos israelenses contra a Faixa de Gaza, que acontecem pelo quinto dia consecutivo, já mataram ao menos 21 pessoas neste sábado (12). Com isso, o balanço de vítimas dessa ofensiva já chega a pelo menos 126 mortos e mais de 900 feridos, em sua maioria civis. Apesar dos apelos da comunidade internacional por um cessar-fogo, nenhum dos dois lados dá sinais de desejar uma negociação.

"Estamos estudando todas as possibilidades e nos preparando a todas as eventualidades, declarou nesta sexta-feira o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Ele não exclui a possibilidade de um ataque terrestre contra a Faixa de Gaza. "Nenhuma pressão internacional vai nos impedir de usar todo o nosso poder", acrescentou ele.

Mas a maré pode estar começando a virar. Em sua conta no Twitter, o chefe da diplomacia britânica, William Hague, se disse "extremamente preocupado com a situação humanitária e a perda de vidas em Gaza". Ele informou que iria conversar com o presidente palestino, Mahmud Abbas, ainda neste sábado. Essa declaração marca uma virada no discurso da diplomacia britânica, que até agora havia exprimido apoio incondicional a Israel.

Vítimas

Segundo médicos palestinos, duas mulheres inválidas foram mortas neste sábado e quatro outras pessoas ficaram gravemente feridas em um centro de fisioterapia atingido na região leste da cidade de Gaza. Um porta-voz do exército israelense disse que está se informando sobre as razões da escolha desse centro como alvo.

Ainda de acordo com médicos que trabalham na Faixa de Gaza, um ataque aéreo matou neste sábado três ativistas e feriu outras quatro pessoas, incluindo um homem de 65 anos. Uma mesquita, que segundo o exército de Israel abrigava um esconderijo de armas, foi inteiramente destruída no centro da Faixa de Gaza.

O balanço feito pelas autoridades médicas palestinas chegou a 126 mortos até o início da tarde de sábado. Em compensação, os foguetes lançados pelos palestinos contra Israel não deixaram nenhum morto, devido sobretudo à falta de precisão dos projéteis e à eficácia do sistema de defesa antiaéreo "Domo de Ferro".

Os israelenses se habituaram a correr para os abrigos quando as sirenes de alerta soam e o exército informou ter convocado 20 mil reservistas para o caso de uma eventual ofensiva terrestre.

O conflito é o mais violento desde as hostilidades de novembro de 2012, que mataram 177 palestinos e seis israelenses. Os confrontos recomeçaram após o sequestro e o assassinato de três estudantes de Israel na Cisjordânia, que Tel Aviv atribui ao Hamas. Extremistas judeus responderam queimando vivo um jovem palestino.

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