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Mundo

Navegadora britânica diz ter visto avião em chamas na noite do sumiço do voo MH370

media Funcionário da Inmarsat, companhia inglesa de comunicações por satélite, verifica tela com indicações de pilotos numa tentativa de traçar a posição da aeronave da Malaysia Airlines. REUTERS/Andrew Winning/Files

Uma navegadora britânica de 41 anos entrou em contato nesta semana com as autoridades australianas afirmando ter visto um avião pegando fogo no oceano Índico na noite do desaparecimento do Boeing 777-200 da Malaysia Airlines, no dia 8 de março.

O depoimento de Katherine Tee está sendo analisado pela Agência australiana de Segurança Aérea, responsável pelas buscas da aeronave da companhia malaia. Ela navegava entre Chochin, no sudoeste da Índia, e Phuket, na Tailândia, quando viu um avião com uma nuvem de fumaça. Segundo ela, outras duas aeronaves, no sentido oposto, acompanhavam o aparelho.

“Eu lembro de ter visto o avião, mas na hora achei tão inacreditável que fiquei na dúvida de realmente ter visto isso’’, diz Katherine. Ela calculou com o GPS a posição do barco neste momento, o que confirmou suas suspeitas e a levou a prevenir as autoridades australianas.

A informação será examinada pelo grupo de trabalho dedicado às buscas do MH370, segundo os representantes australianos. O Boeing 777 efetuava uma ligação entre Kuala Lumpur e Pequim com 239 pessoas a bordo, mas acabou desviando de sua trajetória depois de uma hora de voo por uma razão desconhecida, e perdeu o contato com os controladores aéreos.

Apesar das buscas e dos supostos sinais das caixas-pretas, não há sinal da fuselagem do avião. Os dados dos satélites, entretanto, mostram que a falta de combustível pode ter provocado sua queda no oceano Índico.

A última posição do voo MH370 foi detectada pelos militares a oeste de Phuket. As buscas agora estão concentradas no sul do oceano Índico, perto da costa australiana.

 

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