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Mundo

Mubarak é condenado a 3 anos de prisão por corrupção

media O ex-presidente egipcio Hosni Mubarak acena para seus militantes concentrados em frente do hospital Maadi, em 25 de abril de 2014. REUTERS/Amr Abdallah Dalsh

O ex-presidente egípcio Hosni Mubarak foi condenado na manhã desta quarta-feira (21) a três anos de prisão por desvio de dinheiro público. Os filhos do ex-presidente, destituído em 2011 após uma revolta popular, também foram condenados pelo mesmo delito.

Hosni Mubarak estava presente na audiência no Tribunal do Cairo. O ex-presidente, de 85 anos, e seus filhos, Gamal e Alaa, foram julgados por corrupção, em primeira instância. Eles são acusados de ter desviado 13,5 milhões de euros, cerca de 40 milhões de reais, do orçamento do palácio presidencial. A justiça egípcia condenou Mubarak a três anos de prisão. Seus dois filhos foram condenados a quatro anos de prisão pelo delito.

O ex-presidente também é julgado em um outro processo pela morte de manifestantes durante a revolta popular que pôs fim ao seu regime em 2011. Nesse processo, Mubarak já foi condenado em primeira instância, em junho de 2012, à prisão perpétua, mas houve recurso e haverá um novo julgamento. O ex-presidente egípcio chegou a ficar preso, mas foi libertado em agosto do ano passado e colocado em prisão domiciliar.

Processo eclipsado

O processo de Hosni Mubarak era muito mediatizado, mas foi eclipsado pela destituição e o julgamento de seu sucessor, o islâmico Mohamed Mursi. O único presidente eleito democraticamente no Egito foi destituído pelo exército em julho de 2013. Mursi e a quase maioria dos dirigentes de sua confraria islâmica, a Irmandade Muçulmana, podem ser condenados à pena de morte em vários processos. O governo interino dirigido pelo exército reprime com violência os partidários do ex-presidente deposto.

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