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Mundo

Resultados parciais confirmam hegemonia no ANC na África do Sul

media Apuração dos votos da África do Sul REUTERS/Rogan Ward

Com mais de 20 por cento dos votos apurados, tudo indica nesste momento que Jacob Zuma tem a vitória praticamente garantida para um novo mandato de cinco anos, mas com uma margem reduzida significativamente. O ANC somava 55,8% dos votos, contra 31% para a Aliança Democrática (AD).

 Mariamo Hassamo, correspondente da RFI na África do Sul

Uma das curiosidades desta votação é o resultado do candidato Julius Malema, um dissidente do ANC que fez campanha pela nacionalização dos bancos e das minas.

O índice de participação foi alto, incluindo a participação da geração nascida após o Apartheid, os chamados "first born free". 646 mil deles votaram pela primeira vez. De acordo com dados das autoridades, pelo menos 25 milhões de pessoas se inscreveram nas listas eleitorais.

De acordo com Pansy Tlakula, presidente da Comissao Eleitoral Independente, não foram registrados incidentes durante a votação.

O Congresso Nacional Africano poderá obter cerca de 56% dos votos, 10% a menos em relação ao ano passado. O descontentamento que se reflete nas urnas é resultados dos inúmeros escândalos envolvendo o presidente Jacob Zuma. Um deles envolve um gasto de cerca de U$ 24 milhões de sua residência Nkandla, situada na província de KwaZulu, onde ele nasceu.

A AD (Aliança Democrática), obteve menos votos do que o esperado e sua influência no Congresso deve diminuir.
Sem revelar números, a Comissão Eleitoral fala de uma “participação muito elevada” no pleito. Já a
imprensa fala numa participação equivalente ou superior às eleições de 2009, nas quais mais de 77% dos eleitores foram às urnas.

Os resultados finais só devem ser conhecidos nesta sexta-feira. Os 400 deputados eleitos irão escolher o Presidente no próximo dia 21 de maio.
 

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