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Mundo

Governo malaio publica relatório sobre o sumiço do voo MH370

media Uma embarcação australiana com equipamento especializado na detecção de caixas-pretas se dirige ao local de buscas do avião da Malaysia Airlines. REUTERS/Australian Defence Force/Handout via Reuters

O governo da Malásia divulgou nesta quinta-feira (01) um relatório preliminar sobre o voo Boeing 777-200 da Malaysia Airlines, que desapareceu no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo no oceano Índico. O documento de cinco páginas, publicado no dia 9 de abril, critica a reação das autoridades em torno do caso, mas não explica a tragédia.

De acordo com o relatório, o alerta só foi acionado quatro horas depois do desaparecimento do avião. Além disso, a força aérea da Malásia demorou oito horas para informar as autoridades civis que a aeronave, que deixou Kuala Lampur em direção a Pequim, havia dado meia-volta e se dirigia em direção ao oceano Índico. A mudança de rota foi registrada por um radar militar.

O documento traz as gravações das conversas entre os membros da tripulação que estavam no cockpit. Também traz um resumo das trocas de informações entre a companhia aérea e os controladores aéreos da Malásia, do Vietnã e do Camboja para tentar entender o que pode ter acontecido dentro do avião. Diversas hipóteses continuam sendo investigadas, entre elas, a de sabotagem.

As autoridades suspeitam que o Boeing tenha caído no sul do oceano Índico, mas até agora as buscas não surtiram nenhum resultado. A detecção de sinais similares aos emitidos pelas caixas-pretas ajudou as equipes de resgate a diminuírem o perímetro das buscas, mas por enquanto nenhum destroço ou parte da fuselagem foi encontrado.

O governo malaio anunciou a contratação de um ex-membro da aviação civil, que estará à frente de uma investigação que terá a participação dos membros do Conselho Nacional Americano de Segurança dos Transportes e outros especialistas em aviação.

As autoridades do país  tem divulgado poucas informações sobre o caso e as investigações em torno da tripulação. Hoje a Malaysia Airlines também anunciou que não continuará a financiar os centros de apoio às famílias das vítimas a partir do dia 7 de maio.
 

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