Ouvir Baixar Podcast
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 24/04 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 24/04 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 24/04 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 23/04 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 23/04 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 23/04 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 23/04 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 23/04 09h36 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Tribunal indiano condena à morte participantes de estupro coletivo

media Mulheres homenageiam vítima do estupro coletivo em Nova Délhi, em dezembro de 2012 REUTERS/Anindito Mukherjee

Um tribunal de Mumbai condenou à morte três homens que participaram de um estupro coletivo em julho e agosto de 2013 em uma fábrica da cidade. Mohammed Salim Ansari, 28 anos, Vijay Mohan Jadhav, 19 anos e Mohammed Kasim Hafeez Shaikh, 21 anos, foram considerados culpados em um processo-relâmpago, uma resposta das autoridades à pressão popular.

A legislação foi modificada depois do estupro coletivo de uma estudante indiana em Nova Déli, em 2012, que provocou uma comoção nacional. Atacada com requintes de crueldade em um ônibus ao lado do namorado, ela foi hospitalizada mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Depois do crime, diversos outros casos vieram à tona, aumentando a pressão sobre o governo indiano.

Os três homens já haviam sido condenados à prisão perpétua de uma jovem vítima de 18 anos, mas a pena se transformou em pena de morte depois mudança da lei, em 2013. "Tais fatos não podem simplesmente ser tolerados", declarou o juiz Shalini Phansalkar Joshi. "Trata-se de um sinal forte que estamos enviando para a sociedade", disse.

Esta é a primeira vez que a justiça indiana aplica a pena de morte para estupros coletivos depois da mudança da legislação, segundo o procurador Ujjwal Nikam. Dois outros homens já haviam sido condenados à prisão perpétua em duas outras agressões, uma delas envolvendo uma fotojornalista, que ganhou destaque na imprensa.

Paralelamente, em Kerala, 24 homens foram presos durante 40 dias pelo estupro de uma estudante de 16 anos, sequestrada de sua escola em 1996. A condenação ocorreu depois de uma verdadeira maratona judiciária. Todos os acusados foram inocentados, antes que a Corte Suprema solicitet um novo processo. A vítima não teve "nenhuma chance de escapar de seus agressores", disseram os juízes.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.