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Mundo

Atos na Torre Eiffel e em outras capitais homenageiam o povo sírio

media Manifestantes pedem o fim da guerra civil na Síria durante ato neste sábado, 15 de março de 2014, em Londres. REUTERS/Olivia Harris

Manifestações em vinte países pediram neste sábado (15) o fim da guerra civil na Síria, que entra no quarto ano sem previsão de melhora. A Torre Eiffel, símbolo da capital francesa, se iluminou em homenagem aos sírios vítimas de um conflito que já matou 146 mil pessoas. As 19h pelo horário local, 15h em Brasília, refletores projetaram na Dama de Ferro a mensagem "Estamos com os sírios".

As denúncias de fome e tortura marcam o triste aniversário da guerra civil na Síria. Em Paris, a iniciativa conjunta de várias organizações não governamentais, como a Anistia Internacional, quis lembrar aos governos que centenas de pessoas seguem morrendo sob os bombardeios do Exército de Bashar al-Assad. "Chega de massacres", "Liberdade e democracia para a Síria" eram alguns slogans que podiam ser lidos nas faixas dos manifestantes que se reuniram na praça do Trocadero, em frente à Torre Eiffel.

Em Londres, cerca de mil manifestantes caminharam até a sede do governo, em Downing Street, carregando bandeiras e faixas em que denunciavam a inércia da comunidade internacional. "Onde está a sua humanidade?", "Assasinados com gás, mortos de fome e de frio... e você assistindo" ou "Seu silêncio nos mata" eram algumas das mensagens escritas nos cartazes. A maior parte dos manifestantes eram sírios da comunidade local: homens, mulheres e crianças de todas as idades.

Em Roma, 3 mil sírios que dão apoio à oposição democrática fizeram um ato no centro da cidade para pedir ao governo da Itália e à Europa que acolha os refugiados sírios.

Em Madri, militantes da Anistia Internacional escreveram a mensagem "Estamos com os sírios" no chão da praça em frente ao Museu Rainha Sofia. Velas foram acesas em homenagem aos mortos. 

A manifestação em Washington, em frente à Casa Branca, reuniu cerca de mil pessoas. "Abaixo Assad", "Liberdade para a Síria" diziam os manifestantes. Militantes de direitos humanos leram em voz alta nomes entre os 100 mil mortos no conflito.

SOS

Neste sábado, a oposição ao regime lançou um alerta desesperado. Por falta de apoio da comunidade internacional, a rebelião popular está perdendo a guerra.

Uma ofensiva do Exército sírio iniciada ontem no reduto rebelde de Yabrud, na província de Damasco, causou a morte dos 13 líderes rebeldes que defendiam a cidade e de dezenas de combatentes.

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