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Mundo

Maior cineasta sírio é detido ao tentar atravessar a fronteira do Líbano

media O cineasta sírio Mohamad Malas. Flikcr/ Omar Chatriwala / Creative Commons

O mais conhecido diretor de cinema sírio na atualidade, Mohamad Malas, foi detido nesta terça-feira (4) quando tentava cruzar a fronteira com o Líbano, de onde viajaria à Suíça para apresentar um filme de sua autoria no Festival de Cinema de Genebra. A informação foi transmitida por um amigo do cineasta, que recebeu um telefonema dele relatando a prisão por agentes do serviço de inteligência sírio.

Malas mora em Damasco e apresentaria seu filme "Uma Escada para Damasco" no Fórum Internacional de Direitos Humanos do festival de Genebra. A direção do evento condenou "vigorosamente esta detenção" e pediu a libertação imediata de Malas.

O filme, que compete na seleção oficial, já havia sido exibido no Festival de Toronto, em setembro passado. Na época, Malas disse que não tinha esperança de apresentar a obra na Síria enquanto o país estivesse em guerra. Das 130 salas de cinema que estavam em atividade no ano passado, somente vinte delas continuam em funcionamento.

Na entrevista que concedeu à agência AFP em Toronto, Malas também comentou que o conflito sírio tinha se transformado num "conflito internacional entre o mundo e os interesses regionais" e expressou sua oposição a uma intervenção ocidental contra o regime do presidente sírio, Bashar al-Assad.

Síria destruiu um terço de seu arsenal químico

A Síria já evacuou ou destruiu um terço de seu arsenal de armas químicas, segundo Sigrid Kaag, coordenadora do processo na Organização Internacional para as Armas Químicas (OIAC). "É um bom ritmo", declarou Kaag, que conta com uma aceleração do processo nas próximas semanas. O acordo russo-americano prevê a destruição completa do arsenal químico sírio até 30 de junho. No entanto, a Síria não cumpriu várias etapas intermediárias e, duas semanas atrás, somente 11% dos agentes químicos tinham sido destruídos.

Aviação do regime bombardeia reduto rebelde

Pelo segundo dia consecutivo, helicópteros do regime voltaram a largar barris carregados de explosivos na localidade de Yabrud, reduto rebelde ao norte de Damasco situado num ponto estratégico da estrada que liga a capital a Homs. Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, esses bombardeios mataram ontem 15 rebeldes, mas o número de vítimas, incluindo civis, pode ser bem maior pelo poder altamente destrutivo desse tipo de carga explosiva.

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