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Mundo

Irã e potências internacionais voltam a negociar em Viena

media O presidente australiano, Heinz Fischer, recebe o chefe da Organização iraniana de Energia Nuclear (OIEA), Ali Akbar Salehi nesta terça-feira, 18 de fevereiro. REUTERS/Heinz-Peter Bader

As negociações entre as potências internacionais e o Irã sobre o programa nuclear no país serão retomadas hoje (18) em Viena. O objetivo é chegar a um acordo definitivo sobre o tema. Em novembro, foi acertado um acordo provisório que previa, entre outras coisas, a proibição de novas centrífugas. Desta vez, a comunidade internacional quer mais garantias de que o Irã não tem objetivos militares.

Para preparar o terreno para as negociações que se anunciam difíceis, a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, e o chanceler iraniano, Javad Zarif, se reuniram na noite de ontem, antes da abertura oficial das discussões de hoje em Viena. Zarif garantiu em entrevista à imprensa que o Irã "tem vontade política" para chegar a um acordo com as grandes potências sobre seu controvertido programa nuclear.

O objetivo da reunião, prevista para durar três dias, é chegar a um acordo global que permita a normalização das relações internacionais do Irã, principalmente com os Estados Unidos.

Pauta de discussões

Os pontos de discórdia, como o futuro da usina nuclear de Arak e das 20 mil centrifugas iranianas, não faltam. Mas o principal deles é a defesa incondicional das autoridades iranianas a seu direito de enriquecer urânio.

O chefe do gabinete do presidente Rohani, Mohamad Nahavandian, reiterou ontem que o país não vai renunciar ao enriquecimento com fins pacíficos previsto no Tratado de não-proliferação de armas nucleares. Ele disse, no entanto, que o país está disposto a ser mais transparente e aceitar as supervisões da AIEA para dissipar as dúvidas da comunidade internacional. Já o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, acha que essas negociações "não vão levar a lugar nenhum".

Negociações

Essa primeira rodada de discussões entre os negociadores do Irã e do grupo de seis potências (Estados Unidos, Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha) deve apenas definir o calendário para as futuras reuniões. Por enquanto, continua em vigor o acordo provisório negociado em novembro em Genebra que prevê a suspensão de algumas atividades nucleares iranianas em troca do fim de parte das sanções econômicas contra o Irã.

Ele começou a ser implantado em 20 de janeiro último sob a supervisão da Agência Nacional de Energia Atômica (AIEA). Teerã já suspendeu o enriquecimento de urânio a 20% como pedia a comunidade internacional.

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