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Mundo

Reunião entre AIEA e o Irã é adiada para fevereiro

media O vice-ministro das Relações Exteriores Abbas Araghchi, negociador iraniano ISNA

O encontro entre os representantes da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e o Irã, previsto para o dia 21 de janeiro, foi transferido para fevereiro, anunciou a agência nesta terça-feira (14).

A reunião deveria ocorrer em Teerã, mas antes o documento do acordo assinado no dia 24 de novembro em Genebra deve ser finalizado, declarou o representante iraniano da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), Reza Najafi.

O objetivo do encontro era justamente esclarecer alguns pontos polêmicos do programa nuclear iraniano, mas a conclusão das negociações entre o Irã e as grandes potências, um grande avanço depois de dez anos de tensão, modificaram a pauta.

O acordo determina a interrupção, por seis meses, das atividades nucleares iranianas consideradas mais "sensíveis."

O Irã deverá limitar a fabricação de urânio enriquecido em 5%, transformar o estoque de material radioativo com 20% de teor, "congelar" os projetos das usinas de Natanz e Fordo e se comprometer a não instalar novas centrífugas nas centrais.

Em troca, os países ocidentais aceitaram a suspensão parcial das sanções impostas pela ONU, que provocaram uma grave crise econômica no país.

Paralelamente ao acordo assinado em novembro, que deve entrar em vigor no próximo dia 20, os representantes da agência também assinaram um documento de cooperação que autorizam a inspeção da usina de Arak e da mina de urânio de Gachin, no sul, que não é visitada desde 2005.

Os países ocidentais suspeitam que o Irã esteja produzindo urânio enriquecido a alto teor para objetivos  militares, o que o país nega, alegando que a tecnologia nuclear será usada para fins civis.
 

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