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Mundo

Dubai tem espetáculo de fogos de artifício mais longo do planeta

media Sidney, na Austrália, exibiu o tradicional espetáculo de fogos de artifício com vista para a ópera da cidade. REUTERS/Jason Reed

Foi um ano novo repleto de tecnologia, mas dificilmente houve algum espetáculo pirotécnico como o de Dubai. A Cidade-Estado, que vai sediar a exposição universal de 2020, promoveu o que chama da maior queima de fogos do mundo. O espetáculo durou uma hora. Talvez as principais concorrentes sejam Sidney, que é sempre uma das primeiras a festejar o reveillon, e claro, o Rio de Janeiro.

Dois milhões e trezentas mil pessoas foram à praia de Copacabana ver os 16 minutos de fogos de artifício, participar de um beijaço e curtir os shows de Carlinhos Brown, Lulu Santos e Nando Reis.

Em Londres, 50 mil pessoas se reuniram diante da roda gigante London Eye, de onde ouviram as tradicionais 12 badaladas do Big Ben, e participaram da explosão dos primeiros fogos de artifício "multi-sensoriais" do mundo: além de luz e cores, balinhas de banana e laranja caíram do céu.

Na África do Sul, por exemplo, a vida de Nelson Mandela foi projetada em 3D na fachada da prefeitura da Cidade do Cabo. Mandela morreu no início de dezembro e foi o grande homenageado da festa. Em seus votos de ano novo, o presidente Jacob Zuma prometeu seguir as lições de reconciliação deixadas pelo Nobel da Paz.

Meio milhão de pessoas que aguardavam a passagem do ano em Times Square, em Nova York, acompanharam a contagem regressiva em uma imensa bola de cristal.

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