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Geral

Países enviam ajuda às Filipinas enquanto supertufão Hayan segue para o Vietnã

media Sobreviventes caminham em meio aos destriços após passagem do supertufão Haiyan em Tacloban no centro das Filipinas. REUTERS/Romeo Ranoco

O supertufão Haiyan deixou mais de 10 mil mortos após sua passagem pelas Filipinas.  Ao todo, 4,3 milhões de pessoas foram afetadas pelo poderoso ciclone que destruiu 80% das regiões pelas quais passou.  Em estado de alerta máximo, o Vietnã se prepara para a chegada do fenômeno. Especialistas da ONU já comparam o supertufão à tragédia do tsunami que atingiu a Ásia em 2004.  

O supertufão Haiyan, que foi o mais intenso no planeta neste ano, deixou um rastro de destruição. O balanço provisório da polícia local conta 10 mil mortos, mas o número pode ser ainda maior, pois várias áreas costeiras do país continuam isoladas e sem comunicação. Segundo o comissário de polícia da ilha de Leyte, Emler Soria, na sua passagem, o ciclone destruiu entre 70% e 80% das regiões atingidas.

Testemunhas afirmam que o tufão, com ventos de até 378 km/hora, arrastou carros, casas e pessoas com grande facilidade. A maioria das vítimas morreu por causa de alagamentos provocados pelas fortes ondas que se assemelhavam a um tsunami. A força das águas destruiu praticamente todas as habitações que estavam na rota do tufão. Pouco restou do aeroporto internacional de Tacloban, em Leyte, que teve as torres de controle totalmente destruídas.

"São destruições em massa. A última vez que vi algo dessa dimensão foi após a passagem do tsunami no Oceano Índico”, disse Rhodes Stampa, chefe da equipe de gestão de desastres da ONU. Em 2004, o tsunami deixou 220 mil mortos na Ásia.

Além de tentar calcular os prejuízos humanos e materiais, a preocupação agora é de socorrer os sobreviventes. O PAM (Programa Alimentar Mundial) da ONU enviou por avião 40 toneladas de alimentos para 120 mil pessoas e também equipamentos para telecomunicação. Os Estados Unidos anunciaram o envio de helicópteros, navios e equipamentos para o resgate das vítimas. A Comissão Europeia participa com técnicos para operações de socorro e com um total de 3 milhões de euros (R$ 9 milhões) em caráter de ajuda de urgência.

Vietnã

Inicialmente, o tufão deveria chegar ao Vietnã neste domingo, mas, segundo especialistas, ele perdeu força na travessia do mar da China e deve chegar ao país na manhã desta segunda-feira (no início da noite em Brasília). Na passagem pelas Filipinas, Haiyan atingiu o nível 5, o mais elevado, na escala de tufões. Na sua chegada na costa vietnamita, ele deve estar entre os níveis 1 e 2.

As autoridades locais, porém, continuam a tratar o fenômeno com grande seriedade. Cerca de 600 mil pessoas tiveram que deixar suas casas em áreas consideradas de risco. A trajetória do tufão também mudou e, além do centro, a chuva e os ventos também devem atingir a costa norte do Vietnã. Nos preparativos para reforçar a segurança das suas casas, quatro pessoas morreram.

Na capital Hanói, a população estoca água e alimento. Os barcos foram proibidos de navegar e 62 voos da companhia aérea nacional foram cancelados.

 

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