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Mundo

Autoridades do Zimbábue desmentem venda de urânio para o Irã

media O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe Reuters

O Zimbábue não assinou nenhum contrato de venda de urânio para o Irã, afirmou neste domingo o ministro das Minas, Obert Mpofu. Uma reportagem publicada no jornal britânico The Times neste sábado mostra que o país assinou um protocolo de acordo com os iranianos prevendo a entrega de urânio suficiente para fabricar a bomba nuclear.

O ministro do Zimbábue declarou que a reportagem do The Times "é pura ficção." Segundo ele, o governo iraniano nunca solicitou uma concessão para extrair urânio ou outros minerais das minas do país, e não existe extração de urânio no Zimbábue.

A matéria publicada neste sábado pelo jornal britânico cita o vice-ministro do Zimbábue das Minas, Gift Chimanikire, que teria confirmado a existência de um acordo entre os dois países, assinado no ano passado. A própria fonte, que integra a oposição, disse que a reportagem foi manipulada. "Nenhuma concessão de mineração foi entregue, jamais diria uma estupidez dessas", afirmou.

O Irã já foi alvo de diversas sanções da União Europeia e dos Estados Unidos por conta de seu programa nuclear. O Zimbábue também está na mira da comunidade internacional.

O país também é alvo de uma série de medidas contra o presidente Robert Mugabe, reeleito em 13 de julho por um novo mandato de cinco anos. Ele já demonstrou publicamente o apoio ao programa nuclear iraniano. Há 33 anos no poder, Mugabe, 89 anos, também é acusado de ter fraudado as eleições.

Segundo o Sunday Mail, Jan Raath e Jerome Starkey, os dois jornalistas que escreveram a matéria, estão sendo procurados pela polícia do Zimbábue depois da publicação da reportagem, acusados de divulgar “falsas informações”, mas a operação não foi confirmada.

 

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