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Mundo

Kuwait vai sediar conferência humanitária sobre a Síria

media Atualmente a ONU dá assistência alimentar a cerca de 1,5 milhão de sírios todos os meses. REUTERS/ Jamal Saidi

O Kuwait anunciou nesta segunda-feira que vai sediar no final de janeiro uma conferência internacional sobre a ajuda humanitária ao povo sírio. O objetivo é reunir doadores para arrecadar o 1,5 bilhão de dólares pedido na última semana pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. O valor foi estimado pela organização como o necessário para atender, em um primeiro momento, aos refugiados sírios e à população em dificuldade dentro do país.

A declaração do emir do Kuwait, Sabah Al-Ahmad Al-Sabah, foi feita durante o primeiro dia da Cúpula Anual das Monarquias Árabes do Golfo, em Bahrein. O encontro entre a Arábia Saudita, Qatar, Kuwait, Bahrein, Oman e Emirados Árabes Unidos foi marcado por pedidos de integração econômica e unidade dos membros desse grupo inquietos com a estabilidade regional, diante do conflito sírio, da crise política no Iêmen e da difícil relação com o vizinho Irã.

O rei do Bahrein, Hamad ben Issa Al-Khalifa, pediu aos outros monarcas que o grupo “constitua um guarda-chuva de segurança para seus povos” e se mostrou a favor de uma complementaridade econômica no setor da segurança. A Arábia Saudita foi além e reforçou a perspectiva de união regional. O país deseja consolidar uma política externa comum para a zona, criar economias integradas e mesmo um sistema de defesa comum.

Instabilidade regional

O emissário das Nações Unidas para a crise na Síria, Lakhdar Brahimi, se reuniu nesta segunda-feira com o presidente sírio, Bashar al-Assad, em mais uma tentativa de encontrar uma solução para o conflito opondo governo e forças rebeldes, que começou em março de 2011. Segundo ele, durante a reunião foram discutidas "as próximas etapas" que permitiriam um ponto final nos confrontos armados que já provocaram a morte de pelo menos 43 mil pessoas, segundo o Observatório Sírios dos Direitos Humanos (OSDH).

A última visita do emissário, que ocupa o cargo desde setembro, aconteceu no mês de outubro. Depois de dois anos de crise, a mediação da ONU ainda não conseguiu por fim aos enfrentamentos armados no país.

 

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