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Mundo

Exército egípcio convoca reunião com oposição para tentar sair da crise

media Soldados do exército egípcio protegem o palácio presidencial dos manifestantes. REUTERS/Amr Abdallah Dalsh

Diante da onda de protestos que tomou conta do Egito nas últimas semanas, o ministro da Defesa convocou os representantes do governo e da oposição para um diálogo nessa quarta-feira. Novas manifestações contra a realização do referendo sobre a Constituição do país, previsto para o próximo sábado, foram registradas no Cairo e em Alexandria.

O ministro egípcio da Defesa e comandante das forças armadas Abdel Fattah al-Sissi convocou uma reunião na tarde dessa quarta-feira para tentar encontrar uma solução para crise política que toma conta do país desde 22 de novembro. Segundo ele, todos os “parceiros da pátria” estão convidados, o que inclui o presidente Mohamed Mursi e os membros de seu governo, mas também representantes políticos da oposição. O encontro, previsto para as 14h, será realizado em um clube militar do Cairo.

O fato de que essa iniciativa tenha sido lançada pelo chefe das forças armadas confirma a retomada da influência da instituição militar nas negociações. O anúncio acontece um dia após o chefe de Estado ter solicitado a ajuda do exército para garantir a segurança do país.

Enquanto isso milhares de opositores de Mursi se reuniram novamente diante do palácio presidencial, em protesto contra a realização do referendo sobre a Constituição, que deve ser realizado no próximo sábado. Os manifestantes conseguiram saltar a barreira instalada pelo exército e cercaram novamente o prédio.

Passeatas também foram registradas nas redondezas praça Tahrir e em Alexandria. Bombas de fumaça e até tiros foram ouvidos na capital. Pelo menos 11 pessoas ficaram feridas. Partidários do líder egípcio também organizaram um protesto perto da famosa praça, símbolo da queda do regime do ex-presidente Hosni Mubarak. 

A crise política que atinge o Egito também tem consequências na situação econômica do país. Nessa terça-feira o governo decidiu congelar o pedido de ajuda de 4,8 bilhões de dólares que o Cairo deveria fazer ao Fundo Monetário Internacional. “Nós pedimos oficialmente o adiamento de um mês das negociações com o FMI por causa da situação política do país”, indicou o primeiro-ministro egípcio Hicham Qandil.

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