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Mundo

Explosões em depósito de armas no Congo matam centenas de pessoas

media Nuvem de fumaça pôde ser vista da capital de país vizinho ao Congo. AFP Photo/Marc Hofer

Uma série de cinco fortes explosões em uma base militar na capital do Congo, Brazzaville, na manhã deste domingo, provocou uma onda de pânico na população. Segundo fontes do governo, cerca de 200 pessoas morreram e 1.500 ficaram feridas. Com medo de novas explosões, moradores da região atingida tentavam fugir para a zona periférica.

Militares informaram que um incêndio em um depósito de armas e munição no bairro Mpila, no norte da capital, estaria na origem do acidente. Segundo um diplomata ouvido pela agência de notícias AFP, o acidente "não tem ligação política" e o presidente do Congo, Sassou Nguesso, coordena as operações de socorro juntamente com o Estado-Maior.

Agências de notícias informam que o total de mortos pode girar em torno de 200 pessoas, mas o ministro do Interior, Raymond Mboulou, é cauteloso com os números.

"Há mais de uma centena de mortos. Por enquanto não podemos precisar o número de feridos", disse, citando fontes médicas e militares.

Um bairro perto do depósito foi destruído. Muitos fiéis que estavam em uma igreja morreram sob os escombros quando a construção ruiu. Testemunhas disseram que o impacto das explosões foi tão forte que abriu as portas das casas no centro de Brazzaville.

Uma imensa nuvem de poeira se formou no céu e podia ser vista em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, que fica do outro lado de um rio que separa os dois países. O tráfego no rio foi suspenso até segunda-feira.

Drama familiar

"O que eu vivi foi o apocalipse", contou à AFP Jeanette Nuongui, única sobrevivente de sua família que morava em uma casa em Brazzaville. "É pela graça de Deus que estou aqui. Minha casa inteira desabou. Minha mãe morreu, meu pai, meus dois irmãos e minhas duas irmãs também. A vida não me serve mais a nada".

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