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Mundo

Navio da Costa Cruzeiros espera ajuda em zona de atuação de piratas

media Imagem de arquivo do navio Costa Allegra na Itália. REUTERS/Stringer/Files

Uma equipe de 14 peritos foi enviada para tentar resgatar o navio Costa Allegra, da Costa Cruzeiros, que está à deriva no oceano Índico após um incêndio em sua sala de máquinas. Os mais de mil passageiros e tripulantes estão no escuro esperando ajuda. Militares também acompanham os técnicos para garantir a segurança da embarcação, já que a zona do acidente é conhecida por ataques de piratas somalis.

O navio Costa Allegra, da companhia Costa Cruzeiros, está à deriva no litoral do arquipélago das Seicheles, após um incêndio na sala dos geradores. Com mais de mil pessoas a bordo, entre passageiros e membros da tripulação, a embarcação partiu de Madagascar com destino às ilhas do oceano Índico, onde aconteceu o acidente. A guarda costeira italiana declarou que o fogo foi controlado por equipes anti-incêndio antes que ele se propagasse. Dois brasileiros estão à bordo.

"Todos os passageiros passam bem e estão reunidos nas áreas de reagrupamento do navio como medida de precaução, em caso de alguma urgência a bordo", anunciou a guarda costeira italiana no comunicado. O documento também afirma que os viajantes estão constantemente sendo informados sobre a evolução da situação. "Não há nem mortos, nem feridos", sublinha.

As autoridades das Seicheles que "têm competência territorial para toda operação de salvamento", foram alertadas pela guarda costeira italiana e já identificaram navios mercantes que estão a postos para ajudar o Costa Allegra em caso de necessidade.

A embarcação de 188 metros de largura se encontra a cerca de 200 milhas náuticas ao sudoeste das Seicheles e o trabalho na sala de máquinas continua para que o Costa Allegra possa voltar a navegar. Segundo o programa da empresa, após passar pelas Seicheles, o cruzeiro deveria se dirigir a Oman e, em seguida, ao Egito.

Costa Concordia

Um outro navio da companhia, o Costa Concordia, naufragou no dia 13 de janeiro após bater em uma rocha e  naufragar nos arredores da ilha de Giglio, na Itália. O acidente deixou 32 mortos, dos quais 15 não foram encontrados. Havia 4.229 passageiros e tripulantes a bordo, de mais de 40 nacionalidades.

O capitão Francesco Schettino foi acusado de homicídio por imprudência, naufrágio e abandono da embarcação.

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