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Mundo

Israel é acusado de ter sabotado navios da 2ª flotilha humanitária

media Barco pertencendo à "Flotilha da Liberdade" em direção a Faixa de Gaza. REUTERS/Marko Djurica

A segunda flotilha humanitária para a Faixa de Gaza ainda não deixou a Grécia, mas já provoca uma batalha entre ativistas pró-palestinos e Israel na internet. Os organizadores tentam convencer a opinião pública mundial sobre a necessidade da missão e acusam Israel de ter sabotado navios que integram a flotilha. Em Israel, a iniciativa é vista como uma provocação.  

Nathália Watkins, correspondente da RFI em Israel

A marinha israelense realizou treinos de abordagem a navios nas últimas semanas e as forças de segurança estão a postos, preparadas para a possibilidade de complicações em alto mar. O governo israelense deixou claro que não permitirá que a flotilha rompa o bloqueio naval imposto ao Hamas e que usará a força caso seja necessário.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu defendeu o direito de Israel impedir que a flotilha chegue a seu destino. Ele alegou que não permitirá a criação de uma nova rota de tráfico de armas para o Hamas. Especialistas israelenses ressaltam que a iniciativa humanitária é uma provocação, uma vez que Israel e o Egito têm suprido todas as necessidades da Faixa de Gaza. A passagem de Rafah, que liga a faixa de Gaza ao Egito, foi recentemente reaberta.

A flotilha que parte de Atenas, na Grécia, é foco de informações contraditórias e motivo de acusações mútuas. Segundo informações do serviço de inteligência israelense, os passageiros dos navios pretendem utilizar materiais químicos para ferir o maior numero possível de soldados.

Já ativistas irlandeses pró-palestinos acusaram Israel de sabotar o barco deles durante uma escala na Turquia, a fim de impedir que o navio participasse da flotilha. Os organizadores afirmam que um outro navio, fretado por escandinavos, também foi sabotado. Nove embarcações devem participar desta segunda flotilha humanitária, batizada de "flotilha da liberdade". A iniciativa acontece pouco mais de um ano depois de fuzileiros navais israelenses terem abordado o navio Mavi Marmara, principal embarcação de uma flotilha com seis barcos rumo a Gaza, num incidente que resultou na morte de nove ativistas.
 

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