Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 18/09 15h27 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 18/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 18/09 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 18/09 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 18/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 17/09 15h27 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 17/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 17/09 09h57 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Vírus da gripe A não está extinto

media Imagem de microscópio do vírus da gripe A H1N1. AFP / Goldsmith et Balish /

De acordo com a OMS, o mundo entra agora num período pós-pandêmico. O número de contaminações é menor e a aparição do vírus é mais sazonal. As próximas vacinas contra a gripe já deverão conter os anticorpos contra o H1N1.

A Organização Mundial da Saúde, a OMS, anunciou, nesta terça-feira, o fim da epidemia de gripe A, que causou a morte de 18.500 pessoas em todo o mundo. Mas o fim da primeira pandemia do século 21 não significa que o vírus H1N1 esteja  extinto, apenas que o número de contaminações é menor e sua aparição é mais sazonal. Em entrevista coletiva à imprensa em Genebra, a diretora geral da OMS, Margareth Chan, afirmou que o mundo entra a partir de agora, num período "pós-pandêmico". As próximas vacinas contra a gripe já devem conter os anticorpos contra o H1N1.

A decisão da OMS segue parecer do comitê técnico do órgão, que se reuniu para avaliar a progressão da epidemia, declarada em abril de 2009, depois do surgimento dos primeiros casos no México. Segundo os especialistas, os casos da doença, que já regrediam nos países do hemisfério norte, também diminuíram no hemisfério sul.

A OMS estima que a gripe A tenha causado um número muito inferior des mortes em relação às vítimas da gripe comum, que mata entre 250 e 500 mil pessoas por ano. Durante a coletiva desta terça, Margareth Chan voltou a rebater as críticas de que a OMS teria superestimado a progressão e a gravidade da doença para beneficiar a indústria farmacêutica, que, com a epidemia declarada, iniciou uma corrida desenfreada pela produção de medicamentos e vacinas.

A diretora-geral da Organização argumentou que o vírius H1N1 tinha a particularidade de atingir pessoas jovens e com boa saúde. Ela também afirmou que os dados coletados sobre o número de casos não correspondem exatamente à realidade e disse que será necessário esperar ainda muitos anos para se ter uma ideia clara da extensão da doença.

Muitos governos, movidos pelo pânico e temor de serem criticados por terem subestimado a doença, adquiriram milhares de doses de vacinas, que acabaram não sendo utilizadas. É o caso da França, que comprou 94 milhões de doses, utilizou pouco mais de 5 milhões até janeiro deste ano.

 

 
O tempo de conexão expirou.