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Mundo

Chanceleres europeus recomendam novas sanções contra o Irã

media O ministro francês das Relações Exteriores, Bernard Kouchner, na reunião sobre o Irã em Luxemburgo. AFP / Jean-Christophe Verhaegen

Decididos a aumentar a pressão sobre Teerã, os ministros das Relações Exteriores da União Europeia recomendaram a imposição de novas sanções contra o governo do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. As medidas, que visam forçar o país a ceder na disputa nuclear, deverão ser aprovadas pelos líderes europeus, nesta quinta-feira.

De Bruxelas, Letícia Fonseca para Rádio França Internacional

As restrições dirigidas às áreas de finanças e energia poderão causar um grande impacto na economia iraniana. Desta vez, a União Europeia pretende proibir que as empresas do bloco façam novos investimentos e transferência de tecnologias para o setor de petróleo e gaz iranianos. O Irã é o segundo maior exportador de petróleo entre os países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), além de possuir a segunda maior reserva de gás do mundo. Juntos, o petróleo e o gás representam nada menos do que 80% das exportações iranianas. Mas para se manter no mercado, o Irã precisa com urgência dos investimentos internacionais.

Na área comercial, as novas sanções europeias visariam os produtos que possam vir a ser utilizados para fins militares. No setor financeiro, as medidas significariam mais restrições às operações de bancos e companhias de seguro iranianas no bloco. Segundo especialistas, se as empresas de seguro ocidentais decidirem parar de garantir os investimentos no Irã, o setor poderia entrar em crise no país.

Na semana passada, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a quarta rodada de sanções contra o Irã, com oposição do Brasil e da Turquia. Teerã continua a afirmar que o programa nuclear do país tem fins pacíficos, mas para a comunidade internacional o objetivo é a produção de armas atômicas.

 

 

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