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Mundo

Exército israelense controla barco que tentava furar bloqueio a Gaza

media O navio irlandês Raquel-Coorie foi interceptado na manhã deste sábado pela marinha israelense, ao largo da Faixa de Gaza. Reuters

Segundo Israel, ao contrário do ocorrido há 5 dias, neste sábado não houve resistência e o barco irlandês foi interceptado sem violência. O Raquel-Corrie carregado com ajuda humanitária à Faixa de Gaza foi escoltado para o porto israelense de Ashdod.

 

Os soldados israelenses interceptaram finalmente na manhã deste sábado o navio irlandês que tentava seguir para a Faixa de Gaza, apesar das diversas advertências de Israel. O exército e o governo israelense elogiaram a operação que aconteceu sem violência. “Nós continuaremos a nos defender e a impedir a criação de um porto iraniano em Gaza”, afirmou em comunicado o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Ele fez também uma comparação entre o barco irlandês “pacifista” e o barco turco “organizado por extremistas adeptos do terrorismo” que integrava a “Flotilha da Liberdade”, há cinco dias.

Nathália Watkins, correspondente da RFI em Israel 05/06/2010 Ouvir

Segundo o porta-voz do exército, os 15 passageiros irlandeses e malaios do Rachel-Corrie, entre eles o prêmio Nobel da Paz Mairead Maguire, não resistiram. O barco carregado de ajuda humanitária para os palestinos da Faixa de Gaza foi escoltado para o porto israelense de Ashdod, onde a carga será verificada e os passageiros desembarcados antes de serem expulsos de Israel

A organização irlandesa Campanha de Solidariedade Irlanda-Palestina que fretou o navio denunciou a abordagem forçada do barco e o sequestro dos passageiros pelo exército israelense. “Pela segunda vez em menos de uma semana, Israel desviou a força navios com ajuda humanitária sem armas”, protestou a organização.

Há cinco dias, a violenta ação do exército israelense para impedir que a “Flotilha da Liberdade” furasse o bloqueio à Faixa de Gaza deixou saldo de nove ativistas mortos. Todos estavam a bordo do navio turco Mavi-Marmara. As autópsias revelaram que, ao todo, 30 tiros atingiram os ativistas e que cinco deles foram atingidos na cabeça.
 

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