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Brasil vive anormalidade democrática, diz historiadora francesa

Brasil vive anormalidade democrática, diz historiadora francesa
 
A brasilianista Maud Chirio é historiadora e professora da universidade Paris-Est Marne-la-Vallée. Arquivo pessoal

A crise política vivida pelo Brasil é acompanhada de perto pelos pesquisadores que trabalham sobre o país no exterior. Para a historiadora francesa Maud Chirio, a evolução do processo de impeachment preocupa, principalmente no que diz respeito à legitimidade da Justiça. 

A brasilianista e professora na universidade Paris-Est Marne-la-Vallée explica que esse aspecto foi reforçado após a divulgação, esta semana, de trechos de diálogos que o então ministro do Planejamento Romero Jucá teve com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Na conversa, o senador diz ter falado com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre parar a investigação da operação Lava Jato.

Para a brasilianista, esse episódio mostra um impasse atual no país. “Acontece no Brasil uma falta de recursos institucionais para sair da situação política, porque não tem mais nenhuma entidade importante que esteja fora das suspeitas em torno dessa hipótese de conspiração”, diz a pesquisadora, em alusão ao possível comprometimento do STF.

Ela vê isso como um paradoxo. “No início da crise, muita gente no exterior estava considerando que o processo de impeachment era um sinal da saúde da democracia brasileira e da solidez das instituições. Mas o que estamos vendo agora é o contrário, pois as instituições não estão funcionando bem. Aquele discurso de luta contra a corrupção para justificar o impeachment foi apenas um instrumento para manter um nível muito alto de corrupção na classe política”. Para a historiadora, além da mobilização popular, não há muitas perspectivas para que as instituições se adaptem para sair do que ela considera como uma “anormalidade democrática”.


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