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Geral

Hollande convoca COP21 a adotar acordo “histórico” sobre o clima

media O presidenteFrançois Hollande, ao lado de Laurent Fabius e do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. © Reuters

No último dia da 21ª Conferência do Clima da ONU, o presidente francês, François Hollande, convocou os ministros dos 195 países que participam da conferência a adotar o “primeiro acordo universal da história das negociações climáticas”. O texto, que visa limitar o aumento da temperatura do planeta a menos de 2°C, será divulgado no início da tarde deste sábado (12) e começará a ser votado às 15h45 (12h45 em Brasília).

“É raro, em uma vida, ter a ocasião de mudar o mundo. Vocês têm. Escolham ela, para que viva o planeta, viva a humanidade e viva a vida”, declarou o presidente francês. “A história está acontecendo. Estamos no último degrau, e agora precisamos nos erguer ainda mais, à altura dos desafios. O acordo decisivo para o planeta é agora.”

A sessão na plenária da COP21 foi aberta pelo chanceler francês, Laurent Fabius, presidente da conferência, seguido pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon. Fabius chegou a se emocionar quando lembrou das milhares de pessoas do mundo inteiro que se esforçaram e pressionaram para que o acordo de Paris fosse ambicioso.

“O texto que vamos apresentar traz o maior equilíbrio possível. É um texto poderoso e delicado, que vai permitir para cada grupo de país voltar para cada de cabeça erguida e com conquistas importantes”, disse Fabius. “A credibilidade do multilateralismo está em jogo. Em caso de fracasso, os cidadãos do mundo, dos nossos próprios países e os nossos filhos não compreenderiam e não nos perdoariam.”

O chanceler disse que os últimos detalhes da redação do acordo estão sendo redigidos, mas adiantou que o texto é “justo, dinâmico e legalmente vinculante”. Fabius disse que o documento prevê que o aumento máximo da temperatura tolerado até o final do século será “bem abaixo de 2°C, e os países se comprometem a se esforçar ao máximo para limitar essa elevação a 1,5°C.

Revisão a cada cinco anos

O acordo adota a revisão, a cada cinco anos, dos compromissos firmados hoje pelos países e se aprofunda na questão da adaptação dos países em desenvolvimento aos efeitos das mudanças climáticas. Segundo Fabius, o documento reconhece as perdas e danos sofridos pelos países mais vulneráveis desde o início das mudanças climáticas, um dos pontos mais batalhados pelas nações insulares.

O texto deve prever o “financiamento necessário” para que os países em desenvolvimento tenham acesso a uma economia sustentável. O montante de US$ 100 bilhões por ano será considerado um piso para depois de 2020. Um novo objetivo mais robusto será determinado no máximo até 2025.
 

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