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Brasileira Néle Azevedo leva esculturas de gelo à Nuit Blanche de Paris

Brasileira Néle Azevedo leva esculturas de gelo à Nuit Blanche de Paris
 
Esculturas em gelo vão ilustrar a ameaça do aquecimento global. Néle Azevedo

Neste ano, a Nuit Blanche, o evento cultural que anima as madrugadas de diversas cidades do mundo, vai ter uma pitada brasileira em Paris. É o toque glacial da artista Néle Azevedo, que traz as suas miniesculturas em gelo. No ano da Conferência do Clima da ONU em Paris (COP-21), o trabalho da mineira lembra o quanto o aquecimento global pode afetar a humanidade.

Na noite deste sábado (3), Néle vai levar 3 mil homenzinhos de gelo para as escadarias da igreja Saint-Vincent de Paul, no 10º distrito da capital francesa. As esculturas foram feitas em mais de 300 moldes desenhados pela artista, e simbolizam as pessoas comuns.

“O movimento mínimo faz uma contraposição ao monumento oficial. O meu é completamente ao contrário. Ele é bem pequeno, mede 20 centímetros. Não tem rosto, não homenageia ninguém em particular, e se senta no chão, como todo mundo”, explica.

A escolha do material de trabalho foi uma consequência deste conceito. Néli procurava algo efêmero, ao contrário das pedras, metais e outros elementos usados nos monumentos tradicionais. Quando começou a trabalhar com gelo, em 2002, não parou mais.

Em um ateliê de Paris, Néle Azevedo prepara os últimos detalhes para a exposição na Nuit Blanche. RFI

Envolvimento ambiental

A pouco menos de dois meses da COP-21, a prefeitura de Paris quis trazer a artista brasileira para alertar sobre as consequências do aumento da temperatura do planeta. Não é a primeira vez que ela participa do evento. Em 2009, na conferência do Clima de Copenhague, o trabalho dela fez parte de um protesto da organização ambiental WWF, em Berlim.

“A morte foi pouco a pouco sendo afastada da nossa sociedade, mas a gente continua sendo mortal. O meu trabalho tem duas finalidades: falar da história do monumento e ir ao encontro de uma questão muito pertinente do momento, o aquecimento global”, observa. “As pessoas que desaparecem, mas a Terra vai continuar.”

Com as temperaturas amenas do outono francês, a instalação da brasileira deve durar cerca de duas horas, cheias de interação com o público. A exposição começa às 19h (horário de Paris). As esculturas não têm nenhum produto especial para durarem mais – no cair da Nuit Blanche, já terão derretido.
 


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