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Geral

Assange, criador do Wikileaks, completa três anos refugiado em embaixada equatoriana em Londres

media O fundador do WikiLeaks, Julian Assange. REUTERS/John Stillwell/pool

O australiano Julian Assange, fundador do site Wikileaks, completa nesta sexta-feira (19) três anos refugiado na embaixada do Equador em Londres. O australiano, de 43 anos, tornou público nesta semana um comunicado afirmando que a promotora sueca Marianne Ny cancelou um encontro marcado no qual ela deveria tomar seu depoimento nas dependências da embaixada equatoriana.

"Estou detido sem acusações formais há 1.650 dias", declarou Assange.

O fundador do WikiLeaks vive recluso em um apartamento da embaixada depois de ter todos os recursos jurídicos esgotados para escapar de uma mandado de extradição emitido pela Suécia, onde ele é acusado de abusar sexualmente de duas mulheres.

Assange teme que da Suécia ele possa ser deportado para os Estados Unidos onde responderia um processo pelo vazamento de documentos confidenciais do governo americano. O Wikileaks publicou 250 mil comunicações diplomáticas americanas e 500 mil relatórios militares secretos. 

A promotoria sueca, ante a possibilidade de expiração de certos delitos em agosto, aceitou ir a Londres encontrar Assange. Consultada pela AFP sobre as acusações de Assange, a promotoria sueca afirmou que não fará comentários e não tornará pública a data de uma nova reunião com Assange.

Custos

A vigilância do militante australiano custa uma fortuna por dia para os contribuintes da Grã-Bretanha, cerca de €11 mil (R$33 mil). A soma inclui os salários dos policiais, horas extras, uso de veículos, escritórios e material informático. Vinte e quatro horas por dias os oficiais estão de guarda do lado de fora da embaixada, um prédio de tijolos perto da Harrods, uma das lojas mais luxuosas de Londres.

Por razões de segurança, a Scotland Yard não divulga o número de pessoas mobilizadas na vigilância de Assange.
 

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