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Apple Music quer revolucionar mercado do streaming e conquistar 100 milhões de usuários

Apple Music quer revolucionar mercado do streaming e conquistar 100 milhões de usuários
 
O diretor geral da Apple,Tim Cook, durante a apresentação do Apple Music, na Worldwide Developers Conference (WWDC), em San Francisco, Califórnia, na segunda-feira (8). REUTERS/Robert Galbraith

Foi ao som da legendária "Respect", de Aretha Franklin, que o chefe dos serviços de software e internet da Apple, Eddy Cue, apresentou nesta segunda-feira (8) o novo player da marca. Doze anos depois que o iTunes salvou a indústria da música dos downloads ilegais, o Apple Music chega com a promessa de revolucionar no mercado do streaming musical e conquistar 100 milhões de usuários.

O serviço funciona de forma semelhante às outras plataformas de streaming já existentes, como o Deezer, o Spotify ou recente Google Play. Por uma mensalidade individual de US$ 10 ou familiar de US$ 15, válida para até seis pessoas, o usuário poderá escutar uma quantidade ilimitada de música. No total, a plataforma vai oferecer inicialmente 30 milhões de faixas, acervo que deve crescer com a assinatura de novos acordos com gravadoras.

O Apple Music também vai inaugurar uma radio online mundial, a Beats 1, que funcionará 24 horas todos os dias e que poderá ser ouvida até mesmo por quem não é assinante. Outros serviços propostos pela plataforma são playlists feitas por especialistas e artistas. Uma novidade é a busca de músicas por meio do mecanismo vocal Siri. O Apple Music também contará com vídeos.

Para Rafael Fischmann, editor-chefe do portal MacMagazine.com.br, o Apple Music chegou tarde no mercado e não apresentou um produto diferente dos players já existentes. Mas, alguns pontos devem conquistar os usuários: "O grande acervo musical, o plano familiar para seis pessoas, a disponibilização automática do aplicativo nos iPhones e iPads e a oferta de utilização gratuita do serviço durante três meses são detalhes que fazem a diferença. E que mostram o quanto a Apple aposta nesse novo produto".

Marca encanta fãs

O anúncio do Apple Music, há alguns meses, gerou muito suspense na apaixonada comunidade de fãs da marca. O forte marketing, aliás, é uma das especialidades da gigante da tecnologia, que conquista consumidores em todos os cantos do planeta.

"Os fãs da Apple estão alucinados, querendo que a plataforma entre logo em funcionamento. É isso que acontece com todos os novos produtos da marca: essa grande massa é atingida de uma só vez e isso é ideal para que o lançamento seja um sucesso", avalia o editor-chefe do portal CanalTech, Igor Lopes.

Baseado nessa legião de adoradores inveterados e na aposta da marca no novo produto, Fischmann acredita que o Apple Music pode até mesmo transformar do mercado do streaming. "Daqui a uns cinco anos, esse setor estará consolidado com dois ou três grandes players", prevê.

Já sobre a conquista desse espaço pela gigante da tecnologia, não restam dúvidas, na opinião do especialista. "A Apple tem o apoio da indústria da música, conta com o histórico do iTunes store, que é líder na venda de músicas digitais, e ainda comprou a Beats Music, que tem gente especializada no ramo como Jimmy Iovine, o Trent Reznor e o Dr. Dre. Esses grandes nomes do mercado da música e que certamente vão ajudar o fechamento de acordos exclusivos para o Apple Music, como já é o caso da cantora Taylor Swift", analisa Fischmann.

Disponível em mais de cem países

A plataforma e o aplicativo Apple Music estarão disponíveis em mais de 100 países a partir do dia 30 de junho. Ele será automaticamente disponibilizado em todos os iPhones e iPads, mas também pode ser utilizado nos aparelhos com o sistema Android e Windows.


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