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Geral

Hollande e Obama: crise do meio mandato é tema de jornais na França

media Os presidentes François Hollande e Barack Obama, durante coletiva na Casa Branca, 11/02/ 2014. REUTERS/Jonathan Ernst

O diário conservador Le Figaro, que não é nada simpático a François Hollande, faz uma avaliação do mandato do presidente, que chega à metade com popularidade baixíssima. Crise de popularidade também para Barack Obama qeu, segundo o Aujourd'hui en France, nunca esteve tão mal visto entre os eleitores.

O título do editorial de Le Figaro sobre Hollande já é sugestivo: 50% de mandato, 100% de impasse. O texto adianta o discurso que o presidente deve fazer na televisão nesta quinta-feira. "O que nos dirá François Hollande, se não que ele meditou sobre seus problemas e parte por caminhos supostamente novos?", se pergunta o jornal, antes de responder por conta própria: "Já podemos ouvi-lo reconhecer que seus 30 primeiros meses não foram fáceis - e as pesquisas apontam um impasse fenomenal - mas que, apesar disso, as coisas são claras e que o fim de seus cinco anos será marcado por reformas efetivas".

Problemas no PS

Mas, para o jornal, nada é muito claro no horizonte. Le Figaro acredita que Hollande e o primeiro minsitro, Manuel Valls, tentarão conter os ânimos no Partido Socialista, imerso em crise política, e que serão presos pelos problemas internos do partido sem conseguir fazer a França avançar "um milímetro". A avaliação do jornal da primeira metade do governo é simples: "um impressionante amontoado de impasses". E o que se deve esperar do futuro? "Nada", crava o jornal.

"A não ser se o chefe de Estado se transformasse e parasse subitamente de tergiversar. Mas o que vimos até aqui não nos permite acreditar em milagres. François Hollande nos dirá o contrário na quinta-feira (6)? Sem dúvida. Mas devemos desconfiar de tudo que nos dizem em dias de aniversário", ironiza Le Figaro.

Barack Obama

Se a baixa popularidade de Hollande é tema de Le Figaro, o Aujourd'hui en France atravessa o oceano para falar da rejeição a outro presidente, Barack Obama. À beira das eleições para o Congresso e o Senado, que acontecem amanhã, o presidente é "um peso" para os candidatos democratas.

A expressão, reproduzida pelo jornal, foi dita à Fox News por Marc Pryor, candidato ao Senado, que atribui sua baixa votação no estado do Arkansas à impopularidade de Obama. No Arkansas, um jovem candidato ao Senado usa como slogan de campanha: "Eu não sou Barack Obama". Os exemplos seguem...

Para um cientista político ouvido pelo jornal, o problema é que Obama faz discursos animados, enquanto a economia recua, a desigualdade cresce e as classes médias empobrecem. Tragédia para o Partido Democrata? Não, se há uma pessoa que passa imune à baixa de Obama é Hillary Clinton, provável candidata da sigla para a Casa Branca em 2016.

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