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Geral

Novo medicamento contra tuberculose pode melhorar tratamento da Aids

media A Conferência International sobre a Aids começou neste domingo (20), em Melbourne, na Áustralia. REUTERS/Mark Dadswell

Especialistas reunidos na Conferência Internacional sobre a Aids em Melbourne, na Austrália, revelaram nesta segunda-feira (21) ter descoberto um coquetel experimental de três medicamentos capaz de reduzir de forma significativa o tempo de tratamento de tuberculoses resistentes aos antibióticos. A descoberta pode ser revolucionária para os portadores do vírus HIV.

A triterapia, batizada de PaMZ, destrói os bacilos com muito mais rapidez que os tratamentos existentes e representa uma esperança contra as bactérias da tuberculose que se tornaram ultraresistentes aos antibióticos.

A tuberculose é particularmente perigosa aos portadores de HIV porque, associada à Aids, ataca as células imunitárias e deixa o organismo ainda mais vulnerável a outras infecções.

De acordo com a organização TB Alliance, que se dedica à pesquisa de medicamentos contra a tuberculose, a doença é responsável por uma a cada cinco mortes no mundo. “A tuberculose é a pior doença para os portadores do HIV. Constantemente, o tratamento contra os dois não podem ser feitos ao mesmo tempo devido aos efeitos secundários”, ressalta.

Fase de testes

As pesquisas sobre a nova triterapia estão na segunda fase de testes. Ou seja, na etapa anterior à avaliação sobre a segurança e a eficácia de novos tratamentos. Se os especialistas obtiverem financiamento, eles poderão iniciar até o fim do ano a terceira fase das pesquisas.

O coquetel já foi testado em 207 pacientes sul-africanos, entre os quais 181 responderam positivamente ao medicamento. Em apenas dois meses, 71% dos pacientes tratados com o PaMZ se curaram da tuberculose.

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