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Geral

Libération fala em "ingerência da Fifa" nos preparativos da Copa no Brasil

media A presidente brasileira, Dilma Rousseff, e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, durante cerimônia do sorteio de jogos da Copa do Mundo 2014, em Costa do Sauípe, no Brasil. REUTERS/Sergio Moraes

Os atritos entre a Fifa e as autoridades brasileiras se multiplicam a 70 dias da abertura da Copa do Mundo. As tensões criadas pelos comentários dos dirigentes da entidade são comentadas na edição desta sexta-feira (4) pelo jornal Libération. 

Já na primeira linha do artigo, o Libération reproduz o comentário de Romário do dia 13 de março, quando ele xingou o presidente da Fifa e chamou Joseph Blatter de corrupto. Um dos destaques da matéria é o seguinte comentário de Romário:

"Blatter e Valcke vão ficar milionários às custas do Mundial no Brasil. Mais de 2 milhões e 700 mil ingressos foram vendidos e não acontece nada com eles."

O clima entre o Brasil e a Fifa voltou a esquentar na semana passada, escreve o Libération, com um artigo publicado na revista da federação com supostas dicas para os torcedores que vão à Copa. O texto, cheio de clichês e comentários pouco elogiosos sobre hábitos culturais dos brasileiros, foi mal recebido pela mídia brasileira e criticado nas redes sociais, informa o Libération. Vendo a repercussão negativa, a Fifa retirou o artigo do site da revista, mas o estrago estava feito.

O Libération cita três observações da Fifa nada elogiosas sobre os brasileiros: "eles gostam de viver num caos organizado", "não respeitam horários" e "fazem tudo na última hora". O conselho aos turistas é "ter paciência".

O jornal francês também faz um resumo dos problemas ligados à organização do Mundial no Brasil: os atrasos nas obras, os operários mortos, estádios que não poderão ser testados porque ficarão prontos em cima da hora... O secretário-geral da entidade, Jerôme Valcke, diz que "agora é tarde, os ingressos estão vendidos" e para a Fifa este Mundial "serviu de lição".

Por outro lado, o Libération nota que a Fifa tomou liberdades com o governo brasileiro que nunca teria tomado com países europeus. O jornal chama de "ingerência" o fato de a Fifa ter pedido às autoridades brasileiras para "neutralizar e controlar" os manifestantes violentos durante os protestos contra a Copa do Mundo.

 

 

 
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