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16º Festival de Cinema Brasileiro destaca ditadura e futebol

16º Festival de Cinema Brasileiro destaca ditadura e futebol
 
Cartaz do 16° Festival de Cinema brasileiro de Paris

Uma das vitrines mais aguardadas do ano para o cinema nacional no exterior começou nesta terça-feira. O 16º Festival de Cinema Brasileiro em Paris traz à capital francesa 32 sessões de produções verde-amarelas. O filme de abertura foi Serra Pelada, de Heitor Dhalia, uma viagem ao garimpo ilegal nas profundezas da Amazônia, nos anos 70.

O evento acontece no cinema L’Arlequin, entre os bairros de Montparnasse e Saint-Germain de Prés. Os temas deste ano são os 50 anos da ditadura militar e o futebol, em homenagem à Copa do Mundo. E filmes é o que não faltam para ilustrar esses dois assuntos, a começar por Looking for Rio, lançado nesta terça e estrelado pelo ídolo francês Eric Cantona.

Outro filme inédito, Democracia em Preto e Branco, de Pedro Asbeg, tem a estreia mundial na Cidade-Luz, assim como o documentário musical O Samba, de Georges Gachot.

O festival também é a ocasião para os brasileiros que vivem na França terem a oportunidade de assistir às produções que já fizeram sucesso no país, como A Batalha do Passinho, no qual Emílio Domingos conta a explosão de uma nova forma de dançar funk, o passinho. “O passinho é a cria da espontaneidade, do improviso e da genialidade dos garotos que dançam o funk. Estou muito feliz de trazê-los para Paris”, comentou o diretor.

Domingos lembra que o filme também mostra a escolha que muitos jovens acabam fazendo nas comunidades cariocas, entre a dança ou o crime. “Um dos garotos disse essa frase, muito impactante, mas felizmente eles têm inúmeras outras opções de trabalho ou de profissão dentro das comunidades. O tráfico ainda é uma presença muito forte, uma referência para muitos, mas os garotos do passinho também começam a ser uma outra referência, essa positiva.”

Sebastião Salgado

Quem também está em Paris para o evento é a diretora Betse de Paula, que trouxe Revelando Sebastião Salgado para os fãs do famoso fotógrafo na França, onde ele mora. “É o primeiro documentário sobre ele no qual ele fala em português. Acho que acaba fazendo diferença no filme. A gente consegue se aproximar e fazê-lo se soltar bastante”, observa Betse, amiga de Salgado há mais de 20 anos. “Mesmo assim, ele me surpreendeu em muitos aspectos. A maneira como ele organiza as coisas dele é incrível, e as ideias que ele tem por trás de cada projeto são superinteressantes.”

O Festival de Cinema Brasileiro em Paris vai até o dia 8 de abril, e além das exibições na telona, traz debates sobre os temas principais da mostra. Os ingressos para cada sessão custam 7 euros.

Confira a lista completa do festival:

Serra Pelada, de Heitor Dhalia
Looking for Rio, de Emmanuel Bernard
Os Rebeldes do Futebol, de Gilles Rof e Gilles Pérez
A Batalha do Passinho, de Emílio Domingos
Cidade de Deus, 10 Anos Depois, de Cavi Borges e Luciano Vidigal
Faroeste Caboclo, de René Sampaio
Entre Vales, de Philippe Barcinski
O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, de Cao Hamburguer
A Coleção Invisível, de Bernard Attal
Uma História de Amor e Fúria, de Luiz Bolognesi
Pra Frente, Brasil!, de Roberto Farias
Flores Raras, de Bruno Barreto
De Menor, de Caru Alves de Souza
Setenta, de Emilia Silveira
Dossiê Jango, de Paulo Henrique Fontenelle
O Samba, de Georges Gachot
O Lobo Atrás da Porta, de Fernando Coimbra
Tatuagem, de Hilton Lacerda
Cabra Marcado para Morrer, de Eduardo Coutinho
Sobral, o Homem que Não Tinha Preço, de Paula Fiúza
Rio de Fé - Um Encontro com Papa Francisco, de Carlos Diegues
A Beira do Caminho, de Breno Silveira
Linha de Passe, de Daniela Thomas e Walter Salles
Cine Holliúdy, de Halder Gomes
Revelando Salgado, de Betse de Paula
Democracia em Preto e Branco, de Pedro Asbeg
 

 


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