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Geral

Imprensa debate polêmica sobre cultivo de milho transgênico na França

media Protesto contra o milho transgênico da Monsanto em Lyon em janeiro de 2012 . REUTERS/Robert Pratta

Os jornais franceses desta manhã tem destaques variados. Mas a segurança alimentar na França é um dos assuntos que mais atraem a atenção da imprensa hoje (18).

O jornal Les Echos trata do assunto da segurança alimentar, mas o foco é o milho transgênico. O jornal avalia que a França lançou uma "ofensiva incerta" contra o milho geneticamente modificado MON810 produzido pela Monsanto.

O Senado rejeitou na segunda-feira passada uma proposta do Partido Socialista que proibia a cultura de dois tipos de milho geneticamente modificado, incluindo o  produto da Monsanto. Mas, segundo o jornal Les Echos, um novo projeto de lei para proibir o uso das sementes transgênicas poderá ser debatido ainda neste semestre.

O jornal ressalta, porém, que os argumentos contra alimentos geneticamente modificados não são uma unanimidade no meio científico, o que fragiliza essa posição de membros do partido socialista francês que querem uma lei para proibir o cultivo de transgênicos.

O jornal também lembra ainda que, na Espanha, o cultivo com o MON810 já foi liberado e que os produtores franceses têm pressa, pois o período de plantio começa em abril.

Fraude alimentar

O jornal Aujourd'hui en France coloca na manchete uma provocação: "Gostaríamos de comer sem medo". Pegando carona no Salão da Agricultura, que começa em 5 dias na França, o quotidiano afirma que os controles de segurança dos alimentos na França estão menos rígidos. Até União Europeia já criticou o sistema francês de vigilância sanitária.

Entre 2009 e 2012, houve uma queda de 17% das inspeções realizadas. Não por acaso, cita o jornal, há um ano o escândalo da carne de cavalo em lasanhas congeladas explodiu na França.  Agora, diz o Aujourd'hui en France, o líder da carne de porco no país também está sob suspeita de fraude. O grupo teria omitido a presença de bactérias em mais de 1.500 toneladas de carne.

República Centro-Africana

O quotidiano  também se questiona sobre os riscos de uma intervenção militar francesa duradoura no país. A operação "Sangaris", como foi batizada, foi lançada para desarmar a milícia muçulmana Seleka que semeia o terror no país africano. Mas, ao longo dos meses, o que se viu é que a situação é muito mais complexa e a participação francesa e internacional terá que ser maior.

A França já aumentou para 2000 o número e soldados à disposição dessa operação. A presidente da República Centro Africana, Samba-Penza, já pediu que eles permaneçam até as eleições de fevereiro de 2015. Esse pedido vai ser votado na próxima semana pela Assembleia de Deputados da França.

Mas, a oposição, que apoiou a decisão do governo de intervir na República Centro Africana, quer objetivos mais claros e, principalmente, uma participação maior de outros países nesse conflito.

 

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