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Geral

Le Monde: Autoridades permanecem “impotentes” face à garimpagem ilegal na Guiana Francesa

media Em visita à Guiana Francesa, presidente François Hollande não prometeu nada novo para evitar a garimpagem ilegal. REUTERS/Ronan Lietar

Depois de comemorar a ratificação, pelo Congresso, de um acordo entre a França e o Brasil para combater o garimpo ilegal de ouro na Guiana Francesa, o presidente François Hollande conclui neste sábado a viagem oficial que faz pela região com uma visita ao departamento francês. Apesar do acerto binacional, o jornal Le Monde destaca hoje que “as autoridades permanecem impotentes face à exploração ilegal de ouro”.

Conforme o jornal, o problema causa um prejuízo de 400 milhões de euros ao ano para a França, com a perda de 10 toneladas de ouro. Um pico de garimpagem ilegal foi registrado em 2008, antes da adoção de novas medidas para combater a prática. Porém, nos últimos dois anos, a extração irregular o metal precioso voltou a subir.

Somente em 2013, de acordo com o Monde, 450 hectares de floresta amazônica foram destruídos na região nas atividades ilegais, além de 60 quilômetros de rios poluídos. O diário observa que o parque amazônico da Guiana, criado em 2007, é a maior área verde protegida pela França. O local tem abrigado um forte aumento da garimpagem ilegal, motivada pelo desemprego alto e a piora das condições de vida dos habitantes, segundo o jornal.

A extensão da área faz com que as patrulhas florestais consigam promover avanços a longo prazo. O general Lamberto Lucas, comandante da polícia militar na Guiana Francesa, admitiu que seria “ilusório” acreditar que a operação Harpi, responsável pela diminuição da garimpagem em há cinco anos, teria sucesso na luta contra o problema a longo prazo.

Em Caiena, Hollande defendeu uma ação pública para “explorar o ouro respeitando o meio ambiente e beneficiando a Guiana”. Mas, na prática, não prometeu nenhuma nova medida.

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