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Geral

Negociação sobre o programa nuclear do Irã deve retomar na próxima semana

media A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, e o chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif , durante negociações sobre o programa nuclear iraniano em Genebra. REUTERS/Denis Balibouse

Após três dias de intensa negociação em Genebra, as grandes potências - Estados Unidos, Rússia, China, Reino Unido, França e Alemanha- e o Irã não conseguiram chegar a um acordo sobre o programa nuclear iraniano. Uma nova rodada, porém, deve acontecer no próximo dia 20 de novembro.

Um acordo ainda não foi possível, mas os negociadores procuraram demonstrar otimismo. O chefe da diplomacia alemã, Guido Westerwelle, declarou que o mundo “estava mais próximo de uma solução razoável”. Seu colega norte-americano, John Kerry, também falou que houve “progressos” nos dias de reunião. Do lado iraniano, o chanceler Mohammad Javad Zarif disse “não estar decepcionado” apesar da ausência de um acordo.

Considerado mais moderado e aberto que seu antecessor, o presidente iraniano Hassan Rohani insistiu hoje, porém, que o seu país não irá abrir mão de seus “direitos nucleares”, incluindo o direito de enriquecer urânio em território iraniano. Esse foi, aliás, um dos pontos de atrito nas negociações.

Ontem, a França foi apontada como o país mais intransigente do grupo de negociadores. A diplomacia francesa fez uma série de exigências. Um dos itens polêmicos foi o pedido de fechamento do reator em construção em Arak. Os franceses ainda não estão confiantes de que a instalação não será usada para fins militares como, por exemplo, a fabricação de uma bomba atômica.

O ministro das Relações Exteriores do Irã tentou acalmar os ânimos. “Insistimos nos nossos direitos de usar nossa tecnologia [nuclear] mas, ao mesmo tempo, estamos dispostos a dissipar as preocupações de todos”. Zarif reiterou que o Irã não pretende enriquecer urânio com a finalidade de fabricar armas.

Israel

Israel  não escondeu a sua satisfação com a falta de avanços neste final de semana em Genebra. Para as autoridades israelenses, o acordo em negociação é "muito ruim" e ameaça a segurança do país. O premiê Benjamin Netanyahu anunciou que seu governo irá pressionar os parlamentares americanos. “Vamos fazer uma campanha com dezenas de membros do Congresso”, declarou o ministro da economia de Israel, Naftali Bennett.

“Se, em 10 anos, uma bomba nuclear escondida em uma mala explodir em Nova York ou um míssil nuclear cair em Roma, poderemos dizer que isso foi causado pelas concessões feitas ao Irã”, afirmou Benett que pertence a um partido da extrema-direita israelense.
 

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