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Geral

Palestinos acusam Israel pela morte de Arafat

media Coletiva de imprensa em Ramalá, na Cisjordânia, sobre os resultados que apontam envenenamento de Arafat. REUTERS/Mohamad Torokman

“Israel é o primeiro, principal e único suspeito no caso do assassinato de Yasser Arafat”. A acusação foi feita por Tawfiq Tiraoui, que chefia as investigações palestinas sobre a morte do líder histórico palestino. O porta-voz da chancelaria israelense rejeitou de novo a acusação “sem fundamento e sem a menor prova”. “Israel não matou Arafat e ponto final”, declarou Yigal Palmor à AFP.

A comissão palestina que investiga o caso falou em uma coletiva de imprensa em Ramalá, Cisjordânia, nesta sexta-feira.

Os dirigentes palestinos, sob pressão após os resultados laboratoriais confirmando a tese de envenenamento de Arafat, apontam o dedo para o governo israelense. Segundo os relatórios médicos transmitidos por um laboratório suíço e uma agência estatal russa de análises biológicas, Arafat não morreu “de velhice, nem de doença, mas de envenenamento”.

Os resultados mostram a presença de quantidades anormais de polônio 210, mas não é possível deduzir se a substância foi a causa da morte, declarou Abdallah al-Bachir, chefe da equipe médica das investigações. “Os resultados apóiam razoavelmente a tese de envenenamento”, resumiu François Bochud, diretor do Instituto de rádio física aplicada de Lausanne, na Suíça.

A Autoridade Palestina também solicitou os resultados das análises biológicas ordenadas pela Justiça francesa, em 2012, por causa de uma queixa prestada pela viúva de Arafat, Souha, que desde então falava em envenenamento.
 

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