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Geral

Ainda em estado crítico, Mandela completa três meses no hospital

media Wikipedia

Nesta quinta-feira, Nelson Mandela completa três meses de hospitalização. De acordo com autoridades sul-africanas, depois de estar à beira da morte em junho, o herói da luta contra o regime segregacionista do apartheid segue em estado "crítico, mas estável".

Em entrevista ao canal local de televisão Sky News, sua ex-mulher, Winnie, afirmou que Mandela respira "normalmente". No início de julho, ele estava conectado a aparelhos, de acordo com visitantes. "Os médicos conseguiram conter a situação" da infecção pulmonar, que pode ser consequência de uma pneumonia que ele desenvolveu quando estava preso na Ilha Robben, onde passou 18 de seus 27 anos de cárcere.

Diante da clínica privada Mediclinic Heart Hospital de Pretória, onde o líder está internado, há uma fila de veículos de transmissão e jornalistas já praticamente fazem parte da paisagem, assim como admiradores e seguidores de Nelson Mandela.

Existe uma certa tensão entre os grupos, como revela o discurso de uma mulher da periferia da Cidade do Cabo, onde ele é praticamente um santo: "Ao redor de nós, vemos gente prestar homenagens, tratá-lo como morto e se preparar para o funeral. Ele está enterrado por antecipação. Essa gente não pensa nos nossos sentimentos?", se questionava.

Desde sua hospitalização emergencial, em 8 de junho, mensagens de apoio ao Nobel da Paz - pôsteres, desenhos, cartas - não param de ser colocadas sobre as grades do hospital. Um estudante de 19 anos que veio prestigiar o presidente mostra-se pessimista: "Desde que ele foi internado, tudo vai mal", diz, em entrevista. "As pessoas parecem ter esquecido da importância de manter a paz". Um outro jovem é categórico: "Se Mandela morrer, será o caos".

 

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