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Geral

Neto de Mandela resolve lavar roupa suja na imprensa

media Mandla Mandela, ao centro, conversa com jornalistas em Mvezo, nesta quarta-feira (04) REUTERS/Siegfried Modola

Na semana passada, chefes tribais sul-africanos declararam ao jornal britânico Sunday Times que Nelson Mandela não conseguia descansar porque sua alma não estava em paz. Eles diziam que o ex-presidente só encontraria sossego quando os restos mortais de seus três filhos fossem transferidos ao vilarejo de Qunu, onde ele passou sua infância e deseja ser enterrado.

Pois nesta quarta-feira, eles chegaram a Qunu, depois de exumados sob ordem judicial na véspera. Mas a julgar pelo baixo nível que atingiram as disputas familiares nos últimos dias, a alma de Mandela, que continua em estado crítico mas estável em um hospital de Pretória, deve demorar a encontrar paz. Isso porque Mandla, neto mais velho e atual chefe tradicional do clã do ex-presidente em Mvezo resolveu lavar roupa suja em rede nacional de televisão.

Em 2011, Mandla decidiu unilateralmente transferir os corpos de seu pai, seu tio e sua tia de Qunu para Mvezo, onde Nelson Mandela nasceu. Quinze membros da família optaram por entrar na Justiça para levar os restos de volta e a disputa se instaurou. "Estou sendo atacado por indivíduos que querem um minuto de glória e fama às minhas custas", disse na coletiva de imprensa.

Não satisfeito, Mandla resolveu nominar e atacar publicamente os inimigos domésticos, expondo detalhes de suas vidas pessoais. De seu meio-irmão Ndaba, por exemplo, disse: "Meu pai engravidou uma mulher casada e ele é resultado disso aí"; do outro irmão, Mbuzo: "Engravidou a minha própria esposa"...

E neste nível seguiu, para o desgosto da maioria dos sul-africanos, que protestou via Twitter: "Ainda bem que o legado político de Mandela é forte demais para ser destruído", "Não se pode escolher uma família", "É um Mandela, mas não um Nelson", foram alguns dos comentários que pipocaram na redes social.

 

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