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Geral

Presidente de Mianmar faz visita histórica aos Estados Unidos

media O presidente de Mianmar, Thein Sein, durante entrevista na rádio Voice of America em Washington, neste domingo (19). Reuters/ Yuri Gripas

O presidente americano Barack Obama recebe, nesta segunda-feira, a visita do presidente de Mianmar, Thein Sein. O encontro entre líderes é histórico e ocorre em um momento em que Mianmar, ex-Birmânia, tenta dar sinais de abertura do regime que era considerado, até pouco tempo, como um dos mais fechados do mundo.

Na visita aos Estados Unidos, Thein Sein, um ex-general que assumiu a presidência na condição de civil em 2011, vai se encontrar também com empresários americanos. Sein tenta atrair investimentos e deve se reunir com líderes de empresas americanas dispostos a investir em um país que durante muito tempo foi um pária para o Ocidente.

Thein Sein surpreendeu até os mais incrédulos libertando, desde sua posse, centenas de prisioneiros políticos e deixando entrar no Parlamento Aung San Suu Kyi, opositora histórica do regime.

Nenhum dirigente da Birmânia foi recebido com honras de Estado na Casa Branca desde a visita do general Ne Win em 1966, durante o mandato de Lyndon Johnson, quatro anos após o golpe de estado militar que mergulhou a Birmânia em décadas de isolamento.

No domingo, Thein Sein disse à rádio Voz da América que as reformas continuam e que pediria ao presidente americano o fim das sanções econômicas, que já foram em grande parte suspensas pelos Estados Unidos.

Direitos humanos

Antes de embarcar para Washington, Sein anunciou a libertação de 20 prisioneiros políticos. A anistia foi anunciada nas contas Facebook e Tweeter do porta-voz da presidência. O governo afirma que esta medida faz parte do “processo político” de reformas em curso no país há dois anos.

Mas segundo ONGs, o encontro entre líderes é prematuro, pois mais de 200 opositores continuarem presos. As organizações também denunciam violências contra minorias muçulmanas

Uma manifestação foi convocada nesta segunda-feira pela ONG americana Campanha pela Birmânia, diante da Casa Branca, contra o que chamam de “campanha de limpeza étnica” contra muçulmanos no país, que foi denunciada por um relatório da Human Rights Watch.
 

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