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Mudanças climáticas podem reduzir 68% das regiões produtoras de vinho na Europa

Mudanças climáticas podem reduzir 68% das regiões produtoras de vinho na Europa
 
Mudança do clima também traz benefícios. Vinícolas da região da Bourgogne já apresentam vinhos melhores. © RFI/Agnieszka Kumor

Um novo estudo realizado por uma equipe internacional de pesquisadores do Conservation International em Arlington, nos Estados Unidos, concluiu que serão necessários esforços de adaptação agrícola e conservação para resistir aos efeitos indiretos do aquecimento global na produção de vinhos. De acordo com a pesquisa, a área apta para a viticultura vai diminuir até 68% na Europa até 2050, principalmente na região mediterrânea, que deve ficar quente demais para a produção da bebida.

No Chile, outro grande produtor, a redução vai ser de 25% das terras consideradas ideais para o cultivo de uva para o vinho, assim como outras regiões temperadas das Américas do Sul e do Norte. Os principais efeitos, já sentidos na Europa, são o aumento dos níveis de açúcar e álcool das safras, como explica Jocelyne Pérard, diretora da Cátedra da Cultura e Tradições do Vinho da Unesco, e pesquisadora sobre os efeitos das mudanças climáticas nos vinhedos.

No Brasil, a produção de vinhos já se concentra nas regiões mais frias e o aumento da temperatura e dos fenômenos climáticos extremos tende a prejudicar as safras. Porém o país tem a vantagem de ter um clima tropical, instável e acostumado a variações. A forte umidade também preserva as parreiras brasileiras. Jorge Tonietto, coordenador de um grupo de pesquisas da Embrapa sobre as zonas climáticas e efeitos do aquecimento global na viticultura brasileira, analisa as perspectivas.
 


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