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Geral

Havelange renuncia ao cargo de presidente honorário da Fifa

media João Havelange presidiu a Fifa de 1974 a 1998. ©Felipe Quintanilha

A Fifa anunciou nesta terça-feira, dia 30 de abril, a renúncia de João Havelange ao cargo de presidente honorário da Fifa, em decorrência da investigação envolvendo a extinta empresa de marketing suíça ISL, que pagou milhões em propina a 14 dirigentes da entidade, incluindo o brasileiro, seu genro e ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e outros cartolas em troca dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002 e 2006. Havelange presidiu a Fifa de 1974 a 1998.

A renúncia de Havelange, de 96 anos, foi oficializada no dia 18 de abril, mas só foi divulgada nesta terça-feira, em um relatório publicado em Lausanne pelo presidente da comissão de ética da entidade, o alemão Hans-Joachim Eckert.

O juiz de ética reconhece que Havelange teve "comportamento moralmente condenável" na presidência da Fifa. Tanto Havelange, quanto Teixeira e o ex-presidente da Conmebol, o paraguaio Nicolas Leoz, que também se demitiu do comitê executivo no dia 24, são citados no documento por terem recebido "montantes consideráveis" da ISL.

O relatório da comissão de ética absolve o atual presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, de responsabilidade no escândalo da ISL. Colegas também queriam a cabeça de Blatter, acusado de fazer vistas grossas para a corrupção na cúpula Fifa. Mas o suíço sai limpo do caso. Com o relatório de hoje, Eckert tenta colocar um ponto final no escândalo da ISL, alegando que todos os suspeitos de corrupção da era Havelange foram desligados da entidade.

Segundo documentos da justiça suíça, Havelange e Teixeira teriam recebido mais de 40 milhões de reais em subornos. Mas o caso foi arquivado em 2010, quando um grupo de 14 dirigentes da Fifa e o procurador suíço assinaram um acordo envolvendo a devolução de US$ 2,5 milhões pelos envolvidos à federação.
 

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