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Comércio de quatro espécies de tubarão deve ser proibido

Comércio de quatro espécies de tubarão deve ser proibido
 
Brasil é um dos países que mais caçam tubarões, mas é favor da proibição. REUTERS/David Loh

A proteção da fauna e flora que correm o risco de desaparecer do planeta mobiliza neste momento representantes de 178 países, que participam em Bagkok, na Tailândia, da Convenção das Partes sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas. Em pauta, alguns fracassos já foram constatados, como a autorização de comercialização de ursos polares. Mas sucessos importantes também se anunciam, como a inclusão de quatro espécies de tubarão na lista de animais que não poderão mais ser caçados para fins comerciais.

Por 92 votos a favor, 42 contra e oito abstenções, os participantes aprovaram a mudança no anexo II da convenção, que trata sobre o assunto, mas o texto ainda precisa ser ratificado na sessão plenária final, hoje. Este era um dos principais objetivos do evento e era apoiado por países como o Brasil, o México e os Estados Unidos, além dos membros da União Europeia.

Luiz Albuquerque, diretor jurídico da ONG internacional Instituto Sea Sheferd Brasil, comemorou a decisão. Ele lembra que o Brasil é um dos países que mais caçam tubarões para a exportação, que têm como destino os países asiáticos, maiores consumidores do animal. A pesca não é regulamentada em muitos países, deixando o caminho aberto para práticas ilegais.

Consultados pela RFI, os representantes do governo brasileiro presentes na reunião preferiram não se manifestar antes do final do encontro, nesta quinta-feira. O diretor jurídico da Sea Sheferd considera que o Brasil realiza um bom trabalho para diminuir a pesca de tubarões, mas no âmbito diplomático poderia fazer mais esforços para influenciar os outros países contrários à proibição da comercialização de animais ameaçados.


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