Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 23/10 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 23/10 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 23/10 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 23/10 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 23/10 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 23/10 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 22/10 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 22/10 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Geral

Egito prepara novos protestos antes do referendo deste sábado

media Opositores ao regime do presidente egípcio Mohamed Mursi se concentram desde cedo na Praça Tahir, centro de Cairo, para uma nova jornada de protestos nesta sexta-feira. REUTERS/Khaled Abdullah

O Egito é palco hoje das últimas manifestações contra e a favor do presidente Mohamed Mursi antes do referendo que deve aprovar a nova constituição do país, amanhã. Opositores e partidários do governo começaram a se mobilizar desde cedo para uma nova jornada de protestos nesta sexta-feira.

Representantes da Irmandade Muçulmana, movimento fundamentalista que apoia o presidente Mohamed Mursi, programaram uma reunião em em uma mesquita próxima ao palácio presidencial, na capital Cairo. Um pouco mais tarde, liberais, laicos e a oposição cristã se encontrarão na Praça Tahir a fim de chamar os egípcios a votar contra o referendo de amanhã.

No entanto, apesar da forte mobilização contra o presidente egípcio, a nova constituição deve ser adotada em razão da forte influência da Irmandade Muçulmana. Os opositores acreditam que o projeto de constituição não reflete as aspirações dos 83 milhões de egípcios e que ela ameaça a transição democrática.

Para garantir a segurança, o Exército mobilizou 120 mil militares que devem trabalhar amanhã nas proximidades dos locais de votação no Cairo e em outras grandes cidades do país. O palácio presidencial já está cercado por tanques e enormes barricadas de concreto.

O Egito é palco de violentas manifestações nas últimas três semanas, após Mursi ter publicado um decreto aumentando seus poderes. Esta é a maior crise no país após a queda do antigo presidente Hosni Mubarak em fevereiro de 2011.

 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.