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Geral

Gérard Depardieu vende mansão em Paris para fugir de impostos

media Casa de Gérard Depardieu em Paris, que está à venda por cerca de 50 milhões de euros. DR/www.feau-immobilier.fr

O ator francês Gérard Depardieu, que decidiu morar na Bélgica para fugir dos impostos na França, colocou a venda sua mansão em Paris, de acordo com o grupo Daniel Féau, especialista em propriedades de luxo, confirmando uma informação do jornal Le Parisien.

A mansão fica na rua Cherche-Midi, no conhecido bairro de Saint-Germain-des-Près, muito apreciado pelos artistas. “Propriedade de 1.800 m2 habitáveis, incluindo a mansão de Chambon, construída no século 19, inscrito na lista de monumentos históricos”, indica o anúncio do site de Daniel Féau, com várias fotos.

O preço de venda não foi indicado, mas o Parisien menciona uma soma de cerca de 50 milhões de euros. Segundo comunicado do grupo imobiliário, o decorador Jacques Garcia contribuiu para a renovação da propriedade.

De acordo com o comunicado, a propriedade conta com espaços exteriores, jardins, varandas e fica ao lado do convento das Irmãs da Visitação, “o que aumenta o sensação de estar no campo, em pelo 6° arrondissement”.

Segundo a imprensa francesa, Gérard Dépardieu vende seus bens na França e se prepara para morar na Bélgica para fugir do aumento da carga tributária prevista pelo governo de François Hollande.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro francês Jean Marc Ayraul disse, durante entrevista ao canal de televisão France 2, que a partida de Depardieu era “lamentável”. “Tudo isso para não pagar impostos”, disse o premiê. “É uma grande estrela. Todos o amam como artista. Pagar um imposto é um ato de solidariedade, um ato patriótico”, completou.

Depardieu é um dos atores mais bem pagos do cinema francês. Recentemente ele comprou uma casa em Néchin, na Bélgica. A cidade, tomada por franceses abastados (27% da população), fica a apenas 1km da fronteira francesa.

De acordo com diretores da imobiliária Daniel Féau, o número de bens luxuosos à venda tem aumentado nos últimos tempos. Os proprietários querem vendê-los antes de ir se instalar em países estrangeiros para escapar do indurecimento do fisco na França.

Mas, segundo especialistas do setor, ainda é cedo para falar de exílio massifo como ocorreu em 1981, quando François Mitterand, primeiro presidente socialista, foi eleito na França.
 

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