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Geral

Petraeus atribui atentado na Líbia à Al Qaeda

media Policial segura a porta da sala onde Petraeus presta depoimento REUTERS/Mary F. Calvert

Nesta sexta-feira, o ex-chefe da CIA David Petraeus apareceu pela primeira vez nesta sexta-feira, depois de se demitir, na semana passada, envolvido em um escândalo sexual. Em depoimento ao Congresso, o general afirmou que o ataque a uma missão norte-americana na Líbia, no último dia 11 de setembro, foi obra de uma milícia ligada a Al Qaeda.

Quando o atentado contra o consulado americano em Benghazi causou a morte do embaixador Chris Stevens e três outras pessoas, os serviços de inteligência atribuíram o ataque a uma manifestação espontânea, motivada por um filme islamofóbico. Mas, conforme começaram a aparecer evidências de que o ato foi premeditado por terroristas, os congressistas republicanos passaram a acusar a administração Barack Obama - e principalmente Susan Rice, enviada da ONU e possível sucessora de Hillary Clinton na secretaria de estado - de mentir para a população por motivos eleitoreiros. Na época do atentado, Obama disputava a reeleição contra Mitt Romney.

Congressistas mantiveram várias reuniões - a maioria, a portas fechadas - sobre o atentado de Benghazi. Nesta quinta-feira, o tom esquentou, depois que eles assistiram ao vídeo que registrou o momento do ataque. Sobraram acusações sobre a maneira da Casa Branca de lidar com o caso. Na saída, o líder do Partido Republicano no Comitê de Inteligência do Senado, Saxby Chambliss, disse que estava claro que "erros foram cometidos". Ele garantiu que haveria audiências públicas e que "o povo americano terá a oportunidade de receber respostas para as perguntas que vem fazendo desde 11 de setembro deste ano". Paralelamente ao Congresso, o Departamento de Estado e o FBI também estão realizando inquéritos - Hillary Clinton já concordou em prestar depoimentos ao Senado e ao Congresso, mas isso ainda não tem data para acontecer. Barack Obama, por sua vez, assumiu a responsabilidade por quaisquer erros e condenou os republicanos por perseguir Susan Rica.

Embora o assunto esteja fervendo na alta cúpula da política norte-americana, o caso extra-conjugal que levou à demissão de David Petreaus aumentou o interesse do público sobre o depoimento. Um mar de jornalistas se acotovelava à entrada do prédio, conforme se aproximava o horário marcado para a chegada do general. Mas Petreaus entrou pela porta dos fundos e não falou com a imprensa. Na semana passada, o antigo dirigente deixou o cargo depois que o FBI descobriu que ele mantinha um caso com sua biógrafa, Paula Broadwell.
 

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