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Europa

Reino Unido quer novo diálogo com Quito sobre fundador do Wikileaks

media O fundador do site Wikileaks, Julian Assange, durante seu discurso na sacada da embaixada do Equador em Londres, no dia 19 de agosto. REUTERS/Olivia Harris

O ministro britânico das Relações Exteriores, William Hague, fez nesta segunda-feira um apelo ao governo equatoriano para novas discussões “o mais breve possível” sobre o destino do fundador do Wikileaks, Julian Assange. O ciberativista está refugiado na embaixada do Equador em Londres desde o dia 19 de junho para evitar ser extraditado à Suécia, onde poderia responder a acusações sobre um suposto estupro.

“Nós desejamos continuar nossos diálogos com o governo equatoriano. Nós pensamos que nossos dois países deveriam encontrar uma solução diplomática”, declarou Hague em uma mensagem dirigida aos deputados britânicos. Ele disse ter expressado sua intenção ao vice-presidente equatoriano, Lenin Moreno, que esteve em Londres no dia 29 de agosto para os Jogos Paralímpicos.

Hague indicou que várias discussões oficiais entre Londres e Quito foram realizadas nas últimas semanas, mas sem chegar a nenhuma solução. Para ele, a decisão do Equador de conceder asilo político a Assange é uma “fonte de arrependimentos”.

O ministro considera “infundada” a hipótese de o ciberativista ser enviado da Suécia aos Estados Unidos, onde pode responder por espionagem e receber uma pena de morte. Ele diz que o Reino Unido “confia totalmente na independência e imparcialidade do sistema judiciário sueco”.

Em Londres, um porta-voz do governo equatoriano respondeu que Quito gostaria de obter garantias oficiais do governo britânico de que Assange não passará pela mesma situação do soldado americano Bradley Manning, acusado de “ajudar o inimigo” ao divulgar documentos secretos ao site Wikileaks sobre a guerra no Iraque e Afeganistão. O jovem de 24 anos será julgado no dia 4 de fevereiro na base militar de Fort Meade, no estado de Maryland, e poderá ser condenado à prisão perpétua.

“Se o Reino Unido fornecer garantias de base no que concerne os Direitos Humanos, nós pensamos que haverá uma solução rápida, justa e honorável” para sair do impasse atual, reiterou o porta-voz.

Em uma entrevista veiculada pela televisão equatoriana na última semana, Assange afirmou acreditar que a resolução da situação poderia levar “de seis a doze meses”.

 

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