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Geral

Jornais comentam reestruturação da montadora Peugeot Citröen

media Funcionário da Peugeot Citroen usa bottom que diz "Todos juntos contra o fechamento da fábrica de Aulnay". REUTERS/Benoit Tessier/Files

A Peugeot Citröen, principal montadora francesa, informou na manhã desta quinta-feira que vai suprimir 8 mil empregos na França e parar em 2014 a produção de veículos em sua fábrica de Aulnay-sous-Bois, na região parisiense, onde trabalham mais de 3 mil empregados. O anúncio já era esperado e é o principal tema dos jornais franceses nesta manhã. Esta será a primeira vez que uma fábrica de automóveis é fechada na França desde 1992.

"Peugeot começa a batalha para se salvar", diz a manchete de Le Figaro. "Penalizada pelo recuo do mercado europeu, a montadora, que tem fraco desempenho em nível internacional, está pagando por anos de atraso estratégico", explica o jornal conservador.

Segundo Le Figaro, a Peugeot depende demais da Europa e tem custos de produção excessivamente altos, como consequência de não ter transferido sua produção para países onde a mão-de-obra é mais barata. Em 2011, o grupo produzia 44% dos seus carros na França, contra apenas 23% para a Renault.

Além disso, o jornal analisa que a empresa permanece fragilizada por seu tamanho reduzido e por sua falta de recursos financeiros, ligados à "vontade histórica" da família Peugeot, que detém 25% do capital e 38% dos direitos de voto, de não perder o controle.

"A indústria automobilística francesa ainda tem futuro?", questiona a manchete de La Croix. O diário católico explica que a produção de automóveis tem um papel essencial na indústria francesa, pois é o setor responsável pela maior quantidade de postos de trabalho. As montadoras empregam atualmente 160 mil pessoas no país, um número que caiu 23% em duas décadas. Além disso, esse setor alavanca a inovação e constitui um produto de referência, importante para construir a imagem de um país e de sua indústria.

O jornal progressista Libération traz em sua edição desta quinta-feira uma reportagem sobre a história das lutas sindicais na usina da Peugeot em Aulnay-sous-Bois. "O fechamento da fábrica desperta o passado paternalista e 'colonial' do local", diz o texto.

 

 

 

 

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