Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 22/07 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 22/07 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 22/07 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 22/07 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 22/07 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 22/07 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 21/07 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 21/07 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Geral

Les Echos relata indenização bilionária aplicada pelo Brasil à Chevron

media Vista aérea do desastre ecológico causado pela Chevron na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, pelo vazamento num posto de extração petrolífera da Chevron. REUTERS/Rogerio Santana/Handout

O diário econômico Les Echos noticia hoje que o Brasil está pedindo 22 bilhões de dólares de indenização à americana Chevron pelos vazamentos de óleo bruto no litoral do Rio de Janeiro.

Les Echos transcreve uma declaração do secretário do Meio Ambiente, Carlos Minc, que havia prometido dar uma lição às companhias petrolíferas sobre sua responsabiliade em proteger o meio ambiente. A declaração de Minc, dias atrás, foi um sinal claro de que o governo brasileiro não iria aceitar a impunidade nos acidentes envolvendo a Chevron e outras companhias estrangeiras.

O jornal francês explica que metade da indenização bilionária se refere ao vazamento do dia 4 de março, no campo que se encontrava a 270 km do litoral do Rio e era explorado pela Transocean, empresa subcontratada pela Chevron. O restante se refere a uma multa aplicada à Chevron e à Transocean, por outro vazamento no ano passado.

Les Echos diz que a companhia americana, segunda maior empresa do setor petrolífero nos Estados Unidos, vai apelar da decisão da justiça brasileira, por considerar as somas cobradas arbitrárias em relação ao volume de óleo que vazou dos poços. O jornal registra o argumento do promotor Eduardo Santos de Oliveira, alegando que o primeiro vazamento não foi contido até hoje e continua causando danos à fauna e à flora brasileiras.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.